quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O Globo

04/11/09
No G20, crise afetou menos salários do Brasil, diz OIT

O Brasil está entre os países do G20 que registraram menor perda salarial durante a crise financeira, segundo relatório divulgado nesta terça-feira pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Os dados indicam que os salários médios mensais no Brasil registraram crescimento de 2,8% em 2008, acima de países como Canadá (2%), Austrália (1,1%) e Grã-Bretanha (0,5%). Apesar disso, os salários brasileiros cresceram menos do que em 2007, quando aumentaram 4,9%, segundo dados da OIT. As maiores perdas foram registradas em países como México (-3,5 %), Japão (-0,9%), África do Sul (-0,3%) e Alemanha (-0,6%). 'Memorável' Embora o estudo não revele estatísticas de dois dos principais emergentes membros do G20, Índia e China, o autor do estudo, Patrick Belser, disse à BBC que o Brasil está, "certamente, entre os três países do grupo em que os salários mais cresceram". Segundo o economista, as políticas de recuperação da economia implementadas pelo governo brasileiro tiveram impacto positivo no emprego e salários do país. A OIT considera que o governo brasileiro tomou medidas "decisivas não somente para prevenir a crise, mas também para reforçar a proteção social". Entre elas, o relatório cita o aumento do salário mínimo e as iniciativas para garantir a continuidade de investimentos em infraestrutura, "que tiveram um impacto favorável na demanda por mão-de-obra", na opinião de Patrick Belser. Apesar disso, o economista é cauteloso. "O Brasil conseguiu atravessar o período de crise de maneira memorável, mas já observamos, no primeiro trimestre deste ano, uma queda pronunciada na evolução dos salários e uma estabilização no segundo trimestre. O segundo semestre de 2009 será crucial para determinar se os salários vão seguir tendência de queda ou se irão manter o crescimento", disse. Futuro Os dados publicados são uma atualização do Relatório Mundial sobre os Salários, publicado em 2008 e editado a cada dois anos pela OIT. As novas estatísticas indicam que, apesar dos primeiros sinais de recuperação da economia mundial, a situação dos salários no mundo continua a se deteriorar. Segundo a OIT, o aumento dos salários médios no mundo caiu, passando de 4,3% em 2007 para 1,4% em 2008. Os dados indicam que mais de 25% dos 53 países analisados registraram queda ou estagnação salarial. Para a OIT, no contexto atual, ainda é prematuro falar em recuperação da economia mundial. Segundo Patrick Belser, o desemprego vai continuar a aumentar a curto prazo e os salários vão permanecer estagnados ou em queda em um período de 1 a 2 anos.

Jornal do Brasil

04/11/09
Produção da indústria brasileira sobe pelo 9º mês, diz IBGE
Reuters

Rio de Janeiro, Rodrigo Viga Gaier - O desempenho da produção da indústria brasileira ficou um pouco abaixo do esperado em setembro, mas encerrou o terceiro trimestre com crescimento superior ao do período anterior. A atividade cresceu 0,8% em setembro ante agosto e recuou 7,8% sobre igual mês de 2008, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta terça-feira. Analistas consultados pela Reuters previam uma alta mensal de 1,1% e uma queda anual de 6,8%. O dado mensal também ficou abaixo da expansão de 1,2% vista em agosto. Na comparação mês a mês, 17 dos 27 setores pesquisados tiveram aumento da produção, com destaque para Máquinas e equipamentos (5,8%) e Veículos automotores (3,5%). Entre as categorias de uso, o setor de bens de capital teve a maior alta em setembro sobre agosto, de 5,8%, seguido por bens intermediários (0,8%). A produção em bens de consumo duráveis e de consumo semi e não duráveis teve queda, de, respectivamente, 1,1 e 0,7%. - A redução no setor de duráveis ocorreu após oito meses de crescimento, que significaram um aumento de 82% nesse período; já a queda na produção de bens de consumo semi e não duráveis interrompeu sequência de dois resultados positivos consecutivos - afirmou o IBGE em nota. Na comparação anual, houve queda em 21 dos 27 setores, sendo as maiores vistas em Veículos automotores (-16,6%) e Máquinas e equipamentos (-20%). As quatro categorias de uso tiveram recuo da produção. O maior ficou com bens de capital (-20,5%), seguidos por bens intermediários (-7,5%), bens de consumo duráveis (-6,4%) e bens de consumo semi e não duráveis (-3,9%). No acumulado do ano, a atividade industrial registra queda de 11,6%. No terceiro trimestre, houve alta de 4,1% sobre o segundo, e queda de 8,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. - No terceiro trimestre do ano, a produção industrial registrou o segundo resultado positivo na comparação com o trimestre imediatamente anterior... (com) ligeira aceleração do crescimento em relação à taxa registrada no segundo trimestre do ano (3,9%) - disse o IBGE. - O setor industrial vem sustentando resultados negativos no índice trimestral, na comparação com iguais períodos do ano anterior, desde o quarto trimestre de 2008. No terceiro trimestre de 2009, porém, houve uma redução no ritmo de queda. No primeiro semestre do ano, a redução foi de -13,4%, sendo -14,6% no primeiro e -12,3% no segundo trimestre.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Energia

Canal Energia
Senado prepara votação de integração energética do MercosulAcordo assinado há quatro anos por presidentes tem parecer favorável de relator da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, antes de ir a PlenárioAlexandre Canazio, da Agência CanalEnergia, Regulação e Política
27/10/2009

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado está em vias de votar o Projeto de Decreto Legislativo (PDS) nº717/2009, que trata do Acordo-Quadro entre os países do Mercosul e associados para integração energética. Os países participantes do acordo, assinado em 2005, se comprometaram a avançar na "integração energética regional em matéria de sistemas de produção, transporte, distribuição e comercialização de energéticos nos estados partes, a fim de garantir os insumos energéticos e de gerar as condições para minimizar os custos das operações comerciais de intercâmbio energético".Após a aprovação, pela comissão, o tema será analisado pelo Plenário do Senado. O relator da matéria, senador Geraldo Mesquita (PMDB/AC), apresentou parecer favorável a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo. O documento prevê a possibilidade de celebração de acordos regionais, sub-regionais ou bilaterais em áreas como interconexão das redes de transmissão elétrica, de gasodutos e fontes de energia renováveis e energias alternativas. Além disso, segundo o parecer, os países terão que realizar intercâmbio e atualiação técnica, para promoção de ações de uso racional de energia e eficiência energética, entre outros pontos.O acordo estabelece ainda que nenhuma disposição deverá modificar direitos e obrigações existentes de um país que sejam resultantes de tratados bilaterais ou multilaterais. A matéria estava prevista para ser apreciada na reunião da comissão da semana passada, mas foi adiada. Ainda não há prazo para votação. Fazem parte do Mercosul - Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai - e são associados ao bloco econômico: Colômbia, Chile, Equador e Venezuela. MP 466 - A votação da Medida Provisória 466, que estabelece as regras para comercialização de energia nos Sistemas Isolados, teve sua análise adiada para a próxima quarta-feira, 28 de outubro. O tema estava previsto para ser analisado nesta terça-feira, 27, mas foi retirado de pauta e vem sendo adiado desde o último dia 13. Após 30 de novembro, a MP perde os efeitos.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O Estado de São Paulo

ANA libera uso das águas do Rio Xingu para hidrelétrica
LEONARDO GOY - Agencia Estado

BRASÍLIA - A Agência Nacional de Águas (ANA) liberou hoje um documento que reserva o uso das águas do Rio Xingu para o consórcio ou empresa que, futuramente, vencer o leilão e ganhar a concessão para construir e operar a hidrelétrica de Belo Monte, de 11,2 mil megawatts. A diretoria da ANA liberou a chamada Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica (DRDH).Essa autorização tem validade por três anos e será convertida em outorga do uso das águas para o futuro concessionário da usina. A DRDH é um dos documentos necessários para que o Ibama libere a licença ambiental prévia do projeto. Ontem, o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse que o governo aguarda a liberação dessa licença ainda neste mês. Somente depois de receber a licença prévia, é que o projeto de Belo Monte poderá ser levado a leilão.

Energia

Canal Energia
MP 466 é aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados
Relator promove o rateio do custo da energia das usinas de Angra entre todo o SIN
Alexandre Canazio, da Agência CanalEnergia, Regulação e Política
06/10/2009

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira, 6 de outubro, o projeto de lei de conversão 16/2009, correspondente a Medida Provisória 466, que institui as regras de transição do Sistema Isolado para o Sistema Interligado Nacional. O deputado João Carlos Bacelar (PR-BA), relator da MP, apresentou seu parecer. Ele apresentou alterações ao texto original da MP entre as quais está a inclusão das despesas com o transporte do combustível até a unidade de geração e com o pagamento da reserva de capacidade.Essa reserva é um adicional previsto no contrato com o fornecedor de óleo ou gás para garantir o acesso a quantidades maiores que as contratadas se houver um aumento súbito de demanda por energia. A MP pretende ainda ressarcir os estados, durante a transição, das perdas com a redução da arrecadação de ICMS devido à desativação das térmicas e a interligação dos estados.Outra modificação feita pelo relator foi em relação à energia gerada pelas usinas nucleares de Angra 1 e Angra 2, o texto determina que, a partir de 1º de janeiro de 2013, ela será rateada entre todas as distribuidoras atuantes no SIN.O deputado José Anibal (PSDB-SP) condenou a MP 466, afirmando que medida vai elevar o custo da CCC em R$ 2,5 bilhões. Segundo ele, a conta vai representar de 1,5% a 2% da conta de energia dos consumidores. O PSDB tenta na votação de destaques, que até o fechamento desta reportagem não havia sido encerrada, a exclusão dos consumidores de baixa renda do pagamento da CCC. O governo tenta manter o texto original da MP 466, contras as modificações feitas no PLV 16/2009. A MP 466 passou a trancar a pauta de votações desde o dia 17 de setembro. Caso não tivesse sido analisada, a MP perderia eficácia a partir do dia 30 de novembro.Com informações da Agência Câmara.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

INTERNÍVEL

BASE RIO APROVA PROPOSTA DO INTERNÍVEL
Os trabalhadores (as) reunidos ontem, 01/10/09, no auditório da sede do SINTERGIA-RJ,aprovaram por maioria de votos, a proposta de pagamento referente a Indenização pela redução do internível.
A DIRETORIA.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Energia

Canal Energia
Joísa Campanher Dutra Saraiva, da Aneel:
tarifas diferenciadas para consumidores residenciais
Metodologia em estudo pela agência engloba, além da implantação das redes inteligentes,
tecnologias como a medição eletrônica e PLC
Carolina Medeiros, da Agência CanalEnergia,
Entrevistas 14/09/2009

Uma nova metodologia para a estrutura tarifária está sendo elaborada pela Agência Nacional de Energia Elétrica. Essa nova metodologia engloba, além da implantação das redes inteligentes, tecnologias como a medição eletrônica e o PLC, que utiliza a rede de distribuição para a transmissão de sinais. De acordo com a diretora da Aneel, Joisa Campanher Dutra Saraiva, uma das modificações dessa metodologia diz respeito aos consumidores residenciais, que assim como os grandes consumidores, teriam tarifas diferenciadas ao longo do dia."O consumidor residencial também poderia se beneficiar de horários diferenciados e, com isso, distribuindo seu consumo ao longo do dia, ele poderia experimentar uma redução na conta de energia elétrica", explicou Joísa, durante entrevista à Agência CanalEnergia. Segundo ela, as concessionárias também seriam beneficiadas com a nova metodologia pois poderiam fazer o gerenciamento da carga dos seus consumidores e assim otimizar a utilização das redes, postergando investimentos.A Aneel ainda não tem uma data definida para a aprovação dessa nova metodologia. No entanto, de acordo com Joísa, a intenção é estabelecer já algumas melhorias na estrutura tarifária para serem aplicadas no terceiro ciclo de revisão tarifária. Confira abaixo a entrevista na íntegra com a diretora da Aneel, Joísa Campanher Dutra Saraiva.

Agência CanalEnergia - O que é o processo da nova metodologia da estrutura tarifária que está em análise na Aneel?
Joísa Campanher Dutra Saraiva -
Estrutura tarifária é simplesmente a definição de como é que as tarifas são distribuídas para diferentes grupos de consumidores. A Aneel, na verdade, já tem uma demanda, um desafio de mais de três anos, que é estabelecer aperfeiçoamentos nessa estrutura tarifária. Então, recentemente, em junho desse ano, foi feito um seminário em que já é parte desse processo de aperfeiçoamento. Alguns itens vem sendo trabalhados, mas agora, a nossa intenção, é de que possamos introduzir aperfeiçoamentos mais expressivos.Esse é um processo complexo. A Aneel ainda não tem grandes desenvolvimentos, por enquanto, ela tem aperfeiçoamentos pontuais. Tecnologias como o PLC, propostas de medição inteligente e redes inteligentes vão permitir maiores aperfeiçoamentos nesse sentido, que é a tarifa chamada "time of use". Então, na verdade, a partir de uma sofisticação na forma de medição, certamente vai se poder estender a consumidores de níveis de tensão mais baixos, como consumidores tipo residencial, mecanismos que já existem hoje para grupos de alta tensão e mesmo para esses grupos de alta tensão vai se poder oferecer o que chamamos de um menu de tarifas, que são tarifas diferenciadas ao longo do dia.

Agência CanalEnergia - Isso quer dizer que os consumidores residenciais também teriam tarifas diferenciadas ao longo do dia?
Joísa Campanher Dutra Saraiva -
O consumidor residencial também poderia se beneficiar de horários diferenciados e, com isso, distribuindo seu consumo ao longo do dia, ele poderia experimentar uma redução na conta de energia elétrica.

Agência CanalEnergia - Além dessa mudança para o consumidor residencial, o que mais estaria englobado nessa proposta?

Joísa Campanher Dutra Saraiva - O que existe agora é um aperfeiçoamento nos procedimentos de rede de distribuição e esses aperfeiçoamentos vão tratar também de formas de disseminação de metodologias de sistemática de medição. Eu creio que esses elementos conjuntamente vão permitir à Aneel trabalhar de forma diferente a sua estrutura tarifária. Se a medição puder ser mais precisa ou seja, se o consumidor tiver a possibilidade de conhecer como é que se comporta o seu perfil de consumo ao longo do dia e a concessionária tiver acesso a esses dados, certamente vai se poder propor ao consumidor essas tarifas e o consumidor se benefiar. Todas essas questões estão de certo modo relacionadas com PLC, medição, rede inteligente, estrutura tarifária, todos esses são desenvolvimentos que vão ocorrer de modo paralelo.

Agência CanalEnergia - Para o consumidor, o benefício seria uma redução na tarifa porque ele poderia escolher melhor o horário de uso da energia.

Joísa Campanher Dutra Saraiva - Existem várias evidências que mostram que é possível alcançar através dessas metodologias redução na conta de energia por parte do consumidor.

Agência CanalEnergia - Mas isso só seria possível após a implementação das redes inteligentes ou poderia acontecer até antes dessa implementação?
Joísa Campanher Dutra Saraiva -
Até antes. Existem desenvolvimentos que são possíveis até antes da disseminação dessas redes inteligentes.

Agência CanalEnergia - Para as empresas de energia, qual seria o benefício dessa nova metodologia?
Joísa Campanher Dutra Saraiva -
Gerenciamento da carga dos seus consumidores e com isso elas podem otimizar suas redes. Na verdade, elas podem fazer investimentos de modo mais eficientes do ponto de vista de custos e benefícios. As empresas poderiam até postergar investimentos, porque se elas conseguirem distribuir melhor o consumo ao longo do dia, então pode-se ter investimentos mais eficientes.

Agência CanalEnergia - Essas modificações poderão ser utilizadas já no terceiro ciclo da revisão tarifária?
Joísa Campanher Dutra Saraiva -
A intenção da Aneel é estabelecer já melhorias na estrutura tarifária para o próximo ciclo de revisão tarifária. Isso é uma meta.

Agência CanalEnergia - Quando a Aneel pretende aprovar essa nova metodologia da estrutura tarifária?
Joísa Campanher Dutra Saraiva -
Ainda não temos uma data para a aprovação da metodologia, mas deverá ser mais para a frente. Na verdade, ainda não temos todos os elementos necessários para o estabelecimento dessa estrutura tarifária.

Agência CanalEnergia - E quanto ao PLC e a medição eletrônica?
Joísa Campanher Dutra Saraiva -
A medição, nós estamos trabalhando uma proposta de plano para a disseminação de medição eletrônica. O PLC nós já regulamentamos e a Anatel também fez a regulamentação do ponto de vista de qualidade. Nós estabelecemos critérios que devem ser atendidos pelas concessionárias de distribuição, para que elas disponibilizem as suas redes para as empresas interessadas e que com isso seja usada essa tecnologia.

Agência CanalEnergia - Que benefícios as empresas de energia teriam com essa tecnologia?
Joísa Campanher Dutra Saraiva -
Do ponto de vista do consumidor vai existir mais uma oportunidade de acesso para serviços de transmissão de voz, dados e internet. Então, isso traz também o benefício da inclusão digital, já que as redes de distribuição alcançam 100% dos municípios e 95% das unidades consumidoras. Mas para além da inclusão digital, as próprias concessionárias podem fazer uso dessa tecnologia para os seus recursos próprios e essas soluções de medição costumam contar com esse tecnologia do PLC. Então, isso costuma trazer soluções mais interessantes em termos de custos para as concessionárias implementarem as redes inteligentes. O PLC é uma parte dessas redes inteligentes, assim como a medição.

Agência CanalEnergia - Existe alguma data para a medição eletrônica ser aprovada pela Aneel?

Joísa Campanher Dutra Saraiva - A Aneel está trabalhando em um plano olhando os impactos do ponto de vista tarifário e os benefícios para o consumidor. A própria indústria de equipamentos também precisa ser capaz de acompanhar esse plano. A intenção é que seja adotado proximamente um plano agressivo. A nossa expectativa é que as diretrizes para esse plano saiam ainda esse ano. Essa é uma meta da área técnica.