Diário do Comércio e Indústria, 04/11/09
Eletrobrás decide aumentar o capital de empresas controladas
SÃO PAULO - O Conselho de Administração da Eletrobrás aprovou a capitalização das empresas controladas pela holding, que deverão seguir novas regras de governança corporativa. No total, os aumentos de capital devem somar R$ 11,77 bilhões. A companhia também aprovou a alteração do estatuto social das subsidiárias, para prever a obrigatoriedade de distribuição, como dividendo, da totalidade do lucro líquido ajustado.O mecanismo já havia sido antecipado, em parte, no dia 2 de outubro pelo presidente da companhia, José Antônio Muniz Lopes, que explicou que as dívidas das controladas decorrentes de empréstimos feitos pela holding seriam utilizadas para capitalizar as subsidiárias, que passariam a pagar apenas dividendos para a Eletrobrás. Com a operação, a estatal espera receber R$ 30 bilhões em dividendos de suas empresas controladas até 2021.De acordo com comunicado enviado ao mercado, Eletronorte, Furnas e CGTEE receberão um aumento de capital de R$ 6,605 bilhões decorrentes do saldo devedor dos financiamentos concedidos com recursos ordinários. Deste total, a Eletronorte receberá uma capitalização de R$ 3,762 bilhões, enquanto a Chesf terá direito a um aumento de capital de R$ 2,804 bilhões e a Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE) ficará com outros R$ 38,849 milhões. Já os saldos dos adiantamentos para futuro aumento de capital renderão outros R$ 658,194 milhões para o aumento de capital de Eletrosul, Furnas e Chesf.A companhia da Região Sul será capitalizada em R$ 332,643 milhões, enquanto ao Chesf terá um aumento de capital de R$ 294,396 milhões. Furnas receberá uma injeção de R$ 31,154 milhões no seu capital. Geradoras e transmissoras federalizadas também terão direito a fazer operações de aumento de capital, no total de R$ 2,22 bilhões.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
O Globo
04/11/09
No G20, crise afetou menos salários do Brasil, diz OIT
O Brasil está entre os países do G20 que registraram menor perda salarial durante a crise financeira, segundo relatório divulgado nesta terça-feira pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Os dados indicam que os salários médios mensais no Brasil registraram crescimento de 2,8% em 2008, acima de países como Canadá (2%), Austrália (1,1%) e Grã-Bretanha (0,5%). Apesar disso, os salários brasileiros cresceram menos do que em 2007, quando aumentaram 4,9%, segundo dados da OIT. As maiores perdas foram registradas em países como México (-3,5 %), Japão (-0,9%), África do Sul (-0,3%) e Alemanha (-0,6%). 'Memorável' Embora o estudo não revele estatísticas de dois dos principais emergentes membros do G20, Índia e China, o autor do estudo, Patrick Belser, disse à BBC que o Brasil está, "certamente, entre os três países do grupo em que os salários mais cresceram". Segundo o economista, as políticas de recuperação da economia implementadas pelo governo brasileiro tiveram impacto positivo no emprego e salários do país. A OIT considera que o governo brasileiro tomou medidas "decisivas não somente para prevenir a crise, mas também para reforçar a proteção social". Entre elas, o relatório cita o aumento do salário mínimo e as iniciativas para garantir a continuidade de investimentos em infraestrutura, "que tiveram um impacto favorável na demanda por mão-de-obra", na opinião de Patrick Belser. Apesar disso, o economista é cauteloso. "O Brasil conseguiu atravessar o período de crise de maneira memorável, mas já observamos, no primeiro trimestre deste ano, uma queda pronunciada na evolução dos salários e uma estabilização no segundo trimestre. O segundo semestre de 2009 será crucial para determinar se os salários vão seguir tendência de queda ou se irão manter o crescimento", disse. Futuro Os dados publicados são uma atualização do Relatório Mundial sobre os Salários, publicado em 2008 e editado a cada dois anos pela OIT. As novas estatísticas indicam que, apesar dos primeiros sinais de recuperação da economia mundial, a situação dos salários no mundo continua a se deteriorar. Segundo a OIT, o aumento dos salários médios no mundo caiu, passando de 4,3% em 2007 para 1,4% em 2008. Os dados indicam que mais de 25% dos 53 países analisados registraram queda ou estagnação salarial. Para a OIT, no contexto atual, ainda é prematuro falar em recuperação da economia mundial. Segundo Patrick Belser, o desemprego vai continuar a aumentar a curto prazo e os salários vão permanecer estagnados ou em queda em um período de 1 a 2 anos.
No G20, crise afetou menos salários do Brasil, diz OIT
O Brasil está entre os países do G20 que registraram menor perda salarial durante a crise financeira, segundo relatório divulgado nesta terça-feira pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Os dados indicam que os salários médios mensais no Brasil registraram crescimento de 2,8% em 2008, acima de países como Canadá (2%), Austrália (1,1%) e Grã-Bretanha (0,5%). Apesar disso, os salários brasileiros cresceram menos do que em 2007, quando aumentaram 4,9%, segundo dados da OIT. As maiores perdas foram registradas em países como México (-3,5 %), Japão (-0,9%), África do Sul (-0,3%) e Alemanha (-0,6%). 'Memorável' Embora o estudo não revele estatísticas de dois dos principais emergentes membros do G20, Índia e China, o autor do estudo, Patrick Belser, disse à BBC que o Brasil está, "certamente, entre os três países do grupo em que os salários mais cresceram". Segundo o economista, as políticas de recuperação da economia implementadas pelo governo brasileiro tiveram impacto positivo no emprego e salários do país. A OIT considera que o governo brasileiro tomou medidas "decisivas não somente para prevenir a crise, mas também para reforçar a proteção social". Entre elas, o relatório cita o aumento do salário mínimo e as iniciativas para garantir a continuidade de investimentos em infraestrutura, "que tiveram um impacto favorável na demanda por mão-de-obra", na opinião de Patrick Belser. Apesar disso, o economista é cauteloso. "O Brasil conseguiu atravessar o período de crise de maneira memorável, mas já observamos, no primeiro trimestre deste ano, uma queda pronunciada na evolução dos salários e uma estabilização no segundo trimestre. O segundo semestre de 2009 será crucial para determinar se os salários vão seguir tendência de queda ou se irão manter o crescimento", disse. Futuro Os dados publicados são uma atualização do Relatório Mundial sobre os Salários, publicado em 2008 e editado a cada dois anos pela OIT. As novas estatísticas indicam que, apesar dos primeiros sinais de recuperação da economia mundial, a situação dos salários no mundo continua a se deteriorar. Segundo a OIT, o aumento dos salários médios no mundo caiu, passando de 4,3% em 2007 para 1,4% em 2008. Os dados indicam que mais de 25% dos 53 países analisados registraram queda ou estagnação salarial. Para a OIT, no contexto atual, ainda é prematuro falar em recuperação da economia mundial. Segundo Patrick Belser, o desemprego vai continuar a aumentar a curto prazo e os salários vão permanecer estagnados ou em queda em um período de 1 a 2 anos.
Jornal do Brasil
04/11/09
Produção da indústria brasileira sobe pelo 9º mês, diz IBGE
Reuters
Rio de Janeiro, Rodrigo Viga Gaier - O desempenho da produção da indústria brasileira ficou um pouco abaixo do esperado em setembro, mas encerrou o terceiro trimestre com crescimento superior ao do período anterior. A atividade cresceu 0,8% em setembro ante agosto e recuou 7,8% sobre igual mês de 2008, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta terça-feira. Analistas consultados pela Reuters previam uma alta mensal de 1,1% e uma queda anual de 6,8%. O dado mensal também ficou abaixo da expansão de 1,2% vista em agosto. Na comparação mês a mês, 17 dos 27 setores pesquisados tiveram aumento da produção, com destaque para Máquinas e equipamentos (5,8%) e Veículos automotores (3,5%). Entre as categorias de uso, o setor de bens de capital teve a maior alta em setembro sobre agosto, de 5,8%, seguido por bens intermediários (0,8%). A produção em bens de consumo duráveis e de consumo semi e não duráveis teve queda, de, respectivamente, 1,1 e 0,7%. - A redução no setor de duráveis ocorreu após oito meses de crescimento, que significaram um aumento de 82% nesse período; já a queda na produção de bens de consumo semi e não duráveis interrompeu sequência de dois resultados positivos consecutivos - afirmou o IBGE em nota. Na comparação anual, houve queda em 21 dos 27 setores, sendo as maiores vistas em Veículos automotores (-16,6%) e Máquinas e equipamentos (-20%). As quatro categorias de uso tiveram recuo da produção. O maior ficou com bens de capital (-20,5%), seguidos por bens intermediários (-7,5%), bens de consumo duráveis (-6,4%) e bens de consumo semi e não duráveis (-3,9%). No acumulado do ano, a atividade industrial registra queda de 11,6%. No terceiro trimestre, houve alta de 4,1% sobre o segundo, e queda de 8,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. - No terceiro trimestre do ano, a produção industrial registrou o segundo resultado positivo na comparação com o trimestre imediatamente anterior... (com) ligeira aceleração do crescimento em relação à taxa registrada no segundo trimestre do ano (3,9%) - disse o IBGE. - O setor industrial vem sustentando resultados negativos no índice trimestral, na comparação com iguais períodos do ano anterior, desde o quarto trimestre de 2008. No terceiro trimestre de 2009, porém, houve uma redução no ritmo de queda. No primeiro semestre do ano, a redução foi de -13,4%, sendo -14,6% no primeiro e -12,3% no segundo trimestre.
Produção da indústria brasileira sobe pelo 9º mês, diz IBGE
Reuters
Rio de Janeiro, Rodrigo Viga Gaier - O desempenho da produção da indústria brasileira ficou um pouco abaixo do esperado em setembro, mas encerrou o terceiro trimestre com crescimento superior ao do período anterior. A atividade cresceu 0,8% em setembro ante agosto e recuou 7,8% sobre igual mês de 2008, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta terça-feira. Analistas consultados pela Reuters previam uma alta mensal de 1,1% e uma queda anual de 6,8%. O dado mensal também ficou abaixo da expansão de 1,2% vista em agosto. Na comparação mês a mês, 17 dos 27 setores pesquisados tiveram aumento da produção, com destaque para Máquinas e equipamentos (5,8%) e Veículos automotores (3,5%). Entre as categorias de uso, o setor de bens de capital teve a maior alta em setembro sobre agosto, de 5,8%, seguido por bens intermediários (0,8%). A produção em bens de consumo duráveis e de consumo semi e não duráveis teve queda, de, respectivamente, 1,1 e 0,7%. - A redução no setor de duráveis ocorreu após oito meses de crescimento, que significaram um aumento de 82% nesse período; já a queda na produção de bens de consumo semi e não duráveis interrompeu sequência de dois resultados positivos consecutivos - afirmou o IBGE em nota. Na comparação anual, houve queda em 21 dos 27 setores, sendo as maiores vistas em Veículos automotores (-16,6%) e Máquinas e equipamentos (-20%). As quatro categorias de uso tiveram recuo da produção. O maior ficou com bens de capital (-20,5%), seguidos por bens intermediários (-7,5%), bens de consumo duráveis (-6,4%) e bens de consumo semi e não duráveis (-3,9%). No acumulado do ano, a atividade industrial registra queda de 11,6%. No terceiro trimestre, houve alta de 4,1% sobre o segundo, e queda de 8,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. - No terceiro trimestre do ano, a produção industrial registrou o segundo resultado positivo na comparação com o trimestre imediatamente anterior... (com) ligeira aceleração do crescimento em relação à taxa registrada no segundo trimestre do ano (3,9%) - disse o IBGE. - O setor industrial vem sustentando resultados negativos no índice trimestral, na comparação com iguais períodos do ano anterior, desde o quarto trimestre de 2008. No terceiro trimestre de 2009, porém, houve uma redução no ritmo de queda. No primeiro semestre do ano, a redução foi de -13,4%, sendo -14,6% no primeiro e -12,3% no segundo trimestre.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Energia
Canal Energia
Senado prepara votação de integração energética do MercosulAcordo assinado há quatro anos por presidentes tem parecer favorável de relator da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, antes de ir a PlenárioAlexandre Canazio, da Agência CanalEnergia, Regulação e Política
27/10/2009
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado está em vias de votar o Projeto de Decreto Legislativo (PDS) nº717/2009, que trata do Acordo-Quadro entre os países do Mercosul e associados para integração energética. Os países participantes do acordo, assinado em 2005, se comprometaram a avançar na "integração energética regional em matéria de sistemas de produção, transporte, distribuição e comercialização de energéticos nos estados partes, a fim de garantir os insumos energéticos e de gerar as condições para minimizar os custos das operações comerciais de intercâmbio energético".Após a aprovação, pela comissão, o tema será analisado pelo Plenário do Senado. O relator da matéria, senador Geraldo Mesquita (PMDB/AC), apresentou parecer favorável a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo. O documento prevê a possibilidade de celebração de acordos regionais, sub-regionais ou bilaterais em áreas como interconexão das redes de transmissão elétrica, de gasodutos e fontes de energia renováveis e energias alternativas. Além disso, segundo o parecer, os países terão que realizar intercâmbio e atualiação técnica, para promoção de ações de uso racional de energia e eficiência energética, entre outros pontos.O acordo estabelece ainda que nenhuma disposição deverá modificar direitos e obrigações existentes de um país que sejam resultantes de tratados bilaterais ou multilaterais. A matéria estava prevista para ser apreciada na reunião da comissão da semana passada, mas foi adiada. Ainda não há prazo para votação. Fazem parte do Mercosul - Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai - e são associados ao bloco econômico: Colômbia, Chile, Equador e Venezuela. MP 466 - A votação da Medida Provisória 466, que estabelece as regras para comercialização de energia nos Sistemas Isolados, teve sua análise adiada para a próxima quarta-feira, 28 de outubro. O tema estava previsto para ser analisado nesta terça-feira, 27, mas foi retirado de pauta e vem sendo adiado desde o último dia 13. Após 30 de novembro, a MP perde os efeitos.
Senado prepara votação de integração energética do MercosulAcordo assinado há quatro anos por presidentes tem parecer favorável de relator da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, antes de ir a PlenárioAlexandre Canazio, da Agência CanalEnergia, Regulação e Política
27/10/2009
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado está em vias de votar o Projeto de Decreto Legislativo (PDS) nº717/2009, que trata do Acordo-Quadro entre os países do Mercosul e associados para integração energética. Os países participantes do acordo, assinado em 2005, se comprometaram a avançar na "integração energética regional em matéria de sistemas de produção, transporte, distribuição e comercialização de energéticos nos estados partes, a fim de garantir os insumos energéticos e de gerar as condições para minimizar os custos das operações comerciais de intercâmbio energético".Após a aprovação, pela comissão, o tema será analisado pelo Plenário do Senado. O relator da matéria, senador Geraldo Mesquita (PMDB/AC), apresentou parecer favorável a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo. O documento prevê a possibilidade de celebração de acordos regionais, sub-regionais ou bilaterais em áreas como interconexão das redes de transmissão elétrica, de gasodutos e fontes de energia renováveis e energias alternativas. Além disso, segundo o parecer, os países terão que realizar intercâmbio e atualiação técnica, para promoção de ações de uso racional de energia e eficiência energética, entre outros pontos.O acordo estabelece ainda que nenhuma disposição deverá modificar direitos e obrigações existentes de um país que sejam resultantes de tratados bilaterais ou multilaterais. A matéria estava prevista para ser apreciada na reunião da comissão da semana passada, mas foi adiada. Ainda não há prazo para votação. Fazem parte do Mercosul - Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai - e são associados ao bloco econômico: Colômbia, Chile, Equador e Venezuela. MP 466 - A votação da Medida Provisória 466, que estabelece as regras para comercialização de energia nos Sistemas Isolados, teve sua análise adiada para a próxima quarta-feira, 28 de outubro. O tema estava previsto para ser analisado nesta terça-feira, 27, mas foi retirado de pauta e vem sendo adiado desde o último dia 13. Após 30 de novembro, a MP perde os efeitos.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
O Estado de São Paulo
ANA libera uso das águas do Rio Xingu para hidrelétrica
LEONARDO GOY - Agencia Estado
BRASÍLIA - A Agência Nacional de Águas (ANA) liberou hoje um documento que reserva o uso das águas do Rio Xingu para o consórcio ou empresa que, futuramente, vencer o leilão e ganhar a concessão para construir e operar a hidrelétrica de Belo Monte, de 11,2 mil megawatts. A diretoria da ANA liberou a chamada Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica (DRDH).Essa autorização tem validade por três anos e será convertida em outorga do uso das águas para o futuro concessionário da usina. A DRDH é um dos documentos necessários para que o Ibama libere a licença ambiental prévia do projeto. Ontem, o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse que o governo aguarda a liberação dessa licença ainda neste mês. Somente depois de receber a licença prévia, é que o projeto de Belo Monte poderá ser levado a leilão.
LEONARDO GOY - Agencia Estado
BRASÍLIA - A Agência Nacional de Águas (ANA) liberou hoje um documento que reserva o uso das águas do Rio Xingu para o consórcio ou empresa que, futuramente, vencer o leilão e ganhar a concessão para construir e operar a hidrelétrica de Belo Monte, de 11,2 mil megawatts. A diretoria da ANA liberou a chamada Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica (DRDH).Essa autorização tem validade por três anos e será convertida em outorga do uso das águas para o futuro concessionário da usina. A DRDH é um dos documentos necessários para que o Ibama libere a licença ambiental prévia do projeto. Ontem, o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse que o governo aguarda a liberação dessa licença ainda neste mês. Somente depois de receber a licença prévia, é que o projeto de Belo Monte poderá ser levado a leilão.
Energia
Canal Energia
MP 466 é aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados
Relator promove o rateio do custo da energia das usinas de Angra entre todo o SIN
Alexandre Canazio, da Agência CanalEnergia, Regulação e Política
06/10/2009
A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira, 6 de outubro, o projeto de lei de conversão 16/2009, correspondente a Medida Provisória 466, que institui as regras de transição do Sistema Isolado para o Sistema Interligado Nacional. O deputado João Carlos Bacelar (PR-BA), relator da MP, apresentou seu parecer. Ele apresentou alterações ao texto original da MP entre as quais está a inclusão das despesas com o transporte do combustível até a unidade de geração e com o pagamento da reserva de capacidade.Essa reserva é um adicional previsto no contrato com o fornecedor de óleo ou gás para garantir o acesso a quantidades maiores que as contratadas se houver um aumento súbito de demanda por energia. A MP pretende ainda ressarcir os estados, durante a transição, das perdas com a redução da arrecadação de ICMS devido à desativação das térmicas e a interligação dos estados.Outra modificação feita pelo relator foi em relação à energia gerada pelas usinas nucleares de Angra 1 e Angra 2, o texto determina que, a partir de 1º de janeiro de 2013, ela será rateada entre todas as distribuidoras atuantes no SIN.O deputado José Anibal (PSDB-SP) condenou a MP 466, afirmando que medida vai elevar o custo da CCC em R$ 2,5 bilhões. Segundo ele, a conta vai representar de 1,5% a 2% da conta de energia dos consumidores. O PSDB tenta na votação de destaques, que até o fechamento desta reportagem não havia sido encerrada, a exclusão dos consumidores de baixa renda do pagamento da CCC. O governo tenta manter o texto original da MP 466, contras as modificações feitas no PLV 16/2009. A MP 466 passou a trancar a pauta de votações desde o dia 17 de setembro. Caso não tivesse sido analisada, a MP perderia eficácia a partir do dia 30 de novembro.Com informações da Agência Câmara.
MP 466 é aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados
Relator promove o rateio do custo da energia das usinas de Angra entre todo o SIN
Alexandre Canazio, da Agência CanalEnergia, Regulação e Política
06/10/2009
A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira, 6 de outubro, o projeto de lei de conversão 16/2009, correspondente a Medida Provisória 466, que institui as regras de transição do Sistema Isolado para o Sistema Interligado Nacional. O deputado João Carlos Bacelar (PR-BA), relator da MP, apresentou seu parecer. Ele apresentou alterações ao texto original da MP entre as quais está a inclusão das despesas com o transporte do combustível até a unidade de geração e com o pagamento da reserva de capacidade.Essa reserva é um adicional previsto no contrato com o fornecedor de óleo ou gás para garantir o acesso a quantidades maiores que as contratadas se houver um aumento súbito de demanda por energia. A MP pretende ainda ressarcir os estados, durante a transição, das perdas com a redução da arrecadação de ICMS devido à desativação das térmicas e a interligação dos estados.Outra modificação feita pelo relator foi em relação à energia gerada pelas usinas nucleares de Angra 1 e Angra 2, o texto determina que, a partir de 1º de janeiro de 2013, ela será rateada entre todas as distribuidoras atuantes no SIN.O deputado José Anibal (PSDB-SP) condenou a MP 466, afirmando que medida vai elevar o custo da CCC em R$ 2,5 bilhões. Segundo ele, a conta vai representar de 1,5% a 2% da conta de energia dos consumidores. O PSDB tenta na votação de destaques, que até o fechamento desta reportagem não havia sido encerrada, a exclusão dos consumidores de baixa renda do pagamento da CCC. O governo tenta manter o texto original da MP 466, contras as modificações feitas no PLV 16/2009. A MP 466 passou a trancar a pauta de votações desde o dia 17 de setembro. Caso não tivesse sido analisada, a MP perderia eficácia a partir do dia 30 de novembro.Com informações da Agência Câmara.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
INTERNÍVEL
BASE RIO APROVA PROPOSTA DO INTERNÍVEL
Os trabalhadores (as) reunidos ontem, 01/10/09, no auditório da sede do SINTERGIA-RJ,aprovaram por maioria de votos, a proposta de pagamento referente a Indenização pela redução do internível.
A DIRETORIA.
Os trabalhadores (as) reunidos ontem, 01/10/09, no auditório da sede do SINTERGIA-RJ,aprovaram por maioria de votos, a proposta de pagamento referente a Indenização pela redução do internível.
A DIRETORIA.
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