terça-feira, 23 de agosto de 2011

Energia

Canal Energia
Furnas tem novos dirigentes após reestruturação da diretoria
Conselho de Administração da companhia aprovou a criação da diretoria de Planejamento, Gestão de Negócios e Participações
Da Agência CanalEnergia, Recursos Humanos 22/08/2011

O Conselho de Administração de Furnas aprovou nesta segunda-feira, 22 de agosto, a nova composição de diretores e redistribuição das áreas executivas da empresa. Foi aprovada ainda a criação da diretoria de Planejamento, Gestão de Negócios e Participações, que ficará sob responsabilidade de Olga Simbalista, mestre em engenharia nuclear e ex-coordenadora de planejamento da Eletrobras. A área será responsável pelas atividades de planejamento estratégico e empresarial, gestão de negócios corporativos, de empreendimentos e de prestação de serviços. A diretoria vai acompanhar os novos negócios e as parcerias de Furnas com outras empresas, além da comercialização de energia elétrica, estudos de mercado, pesquisas e desenvolvimento tecnológico.As diretorias de Engenharia e Construção foram reunidas em uma única instância, denominada Diretoria de Expansão, com o objetivo de otimizar o desempenho das áreas de engenharia e construção dos empreendimentos corporativos. Márcio Abreu, engenheiro eletricista com 40 anos de experiência e ex-diretor técnico executivo de Itaipu Binacional, será responsável pela área.Nilmar Foletto responderá pela diretoria de Finanças. O executivo é mestre em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas e funcionário de carreira de Furnas até 2001, tendo ocupado cargos de chefe de divisão de planejamento financeiro, chefe de departamento e assistente da diretoria financeira.A diretoria de Operação mantém suas atribuições nas atividades de operação, apoio técnico, manutenção das instalações de produção e transmissão de energia e de telecomunicações, focando cada vez mais em qualidade e confiabilidade. Cesar Ribeiro Zani continua à frente das atividades. A diretoria de Gestão Corporativa segue responsável pela infraestrutura corporativa, incluindo a cadeia de suprimento de materiais e serviços, espaços físicos e instalações, organização e tecnologia da informação, gestão do conhecimento e de pessoas, focando suas atividades em qualidade e menor custo. O diretor continua sendo Luis Fernando Paroli Santos."As mudanças têm por objetico adequar a estrutura da empresa ao modelo de negócios que vem sendo praticado no setor elétrico, otimizar o desempenho da gestão societária das participações de Furnas, direcionar a macro estrutura da empresas para o seu melhor dimensionamento e prepará-la para os novos desafios", declarou Flavio Decat, que segue à frente da presidência da companhia.

Canal Energia

Concessões: Dilma terá novidades sobre renovação em breve, afirma ministra do Planejamento
Setor elétrico vem pressionando o governo por um posicionamento oficial
Matheus Gagliano, da Agência CanalEnergia, de São Paulo, Regulação e Política 22/08/2011
A presidenta Dilma Rousseff terá uma solução para questão da renovação das concessões em breve, garantiu a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, em entrevista após participar de evento nesta segunda-feira, 22 de agosto, em São Paulo. "O governo está trabalhando e em breve a presidenta Dilma deve trazer novidades sobre o assunto", afirmou.Miriam é a segunda autoridade do governo federal a dizer que uma decisão do governo deve ser tomada nos próximos meses. Semana passada, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmara que a posição do governo deveria sair nos próximos dois meses. O setor elétrico vem pressionando o governo federal para se posicionar logo sobre a questão para que possa se preparar para o processo seja de licitação ou de prorrogação das concessões dos ativos.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Energia

Jornal da Energia, 20/08/11
Com parceria, Furnas vende 85MW eólicos no leilão de reserva
Quatro parques serão construídos no Nordeste, em investimento de R$300 mi
Da redação
A parceria entre Furnas (49%) e o consórcio Famosa (51%), formado pelo Grupo BMG e a Ventos Tecnologia, sai do leilão de reserva desta quinta-feira (18/08) com a venda de energia assegurada para quatro parques eólicos, dois no Rio Grande do Norte e dois no Ceará. Somadas, as plantas têm capacidade de 85MW.O investimento total para os quatro empreendimentos será de R$300 milhões. No RN, o parque Famosa I demandará R$80 milhões, enquanto o Rosada custará R$105 mi. No CE, a eólica Pau Brasil está orçada em R$52 milhões, enquanto a São Paulo renderá desembolsos de R$62 milhões.Furnas já está construindo os parques Rei dos Ventos I e III, em Galinhos-RN, e Miassab III, em Macau-RN, também em parceria, estas realizadas para o leilão de reserva em dezembro de 2009.

Jornal da Energia

Light diz à CVM que não há negociações por Belo MonteCompanhia nega boatos de que entraria no grupo que vai construir a megausina no rio Xingu
Da redação
A Light enviou correspondência à Comisssão de Valores Mobiliários (CVM) para negar notícias que saíram na imprensa de que teria acertado a entrada na Norte Energia, companhia responsável pela construção e futura operação da hidrelétrica de Belo Monte (11.233MW), que está sendo construída no rio Xingu, no Pará. De acordo com o documento, "não existe, até o momento, qualquer negociação em curso entre a companhia e os atuais sócios da Norte Energia".Nesta semana, o presidente da Light, Jerson Kelman, já havia dito à imprensa, durante evento em São Paulo, que a participação na megausina do Xingu nunca havia sido discutida dentro da companhia.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Ato Público

Contratados de Furnas
Na quarta-feira, dia 15 de junho. No horário do almoço o centro do Rio de Janeiro foi tomado pelos trabalhadores contratados de Furnas que resolveram mostrar para a população a intranquilidade em que vivem e o que representaria para a cidade e para o país um colapso na mão-de-obra que hoje atende às necessidades da empresa.Apoiados pela Associação dos Empregados de Furnas (ASEF) e pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Energia do Rio de Janeiro e Região (SINTERGIA), os trabalhadores contratados reuniram-se nas proximidades da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), Rua Visconde de Inhaúma, e partiram em caminhada até o prédio da Eletrobras, na Avenida Presidente Vargas.Durante todo o trajeto distribuíram uma “Carta Aberta à População” mostrando que não se trata, como espalham por aí, de “um bando de privilegiados” sem compromissos com o país. Ao final, uma comissão foi recebida pelo diretor de administração da holding Eletrobrás, Miguel Cola-suonno e recebeu o documento dos companheiros, comprometendo-se a levar o assunto para instâncias do governo.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Trabalho e Sindicalismo

Folha de São Paulo, 02/06/11
Funcionários da Eletrobras ameaçam parar nos dias 6 e 7
Os trabalhadores da Eletrobras ameaçam paralisar as atividades nos dias 6 e 7 caso a empresa não reabra as negociações de reajuste salarial. De acordo com Fernando Pereira, secretário de energia da FNU (Federação Nacional dos Urbanitários), a empresa encerrou negociações após propor reajuste de 6,51%, referentes ao IPCA dos últimos 12 meses. A categoria exige mais 4% de reajuste, correspondentes ao ganho de produtividade no setor elétrico entre 2009 e 2010. "Queremos reabrir as negociações. O governo encerrou as conversas depois de apenas duas reuniões", disse Pereira. A categoria afirma que 27 mil trabalhadores deverão parar. A empresa informou que está negociando com os sindicatos de todo o país de acordo com diretrizes do governo federal. A Eletrobras é uma empresa de capital aberto, controlada pelo governo, que atua em geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. A companhia é composta por 12 subsidiárias, uma empresa de participações (Eletrobras Eletropar), um centro de pesquisas (Eletrobras Cepel) e metade do capital de Itaipu Binacional.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Paralisação foi só um alerta!

Parabéns aos companheiros contratados de Furnas pela unidade e organização no ato de ontem, diante dos portões da empresa.
Ao cassar a liminar que garante a manutenção dos companheiros nos quadros da empresa, a justiça deixou de considerar o risco que isto representa para a segurança energética do país. Afinal de contas, deixaram de avaliar que a situação atual não se dá por vontade da empresa ou, menos ainda, desses competentes trabalhadores que prestam seus serviços sob contratos. O que deveria ser visto é que os muitos projetos que visavam a privatização da empresa deixaram Furnas em uma situação calamitosa e, por mais de dez anos, impedida de realizar concursos públicos. Para não parar suas atividades, uma vez que atende à região mais rica do país e de mais elevado consumo de energia, não restou alternativa senão recorrer a essa mão-de-obra contratada. Companheiros que se mostraram (e provaram) altamente competentes nas suas funções.O que pretendem os que ameaçam de demissão imediata esses companheiros? É preciso dizer ao público brasileiro que sendo uma das maiores geradoras do país, Furnas tem em seus quadros um número mínimo de funcionários, quase insuficiente para seus compromissos atuais e dificilmente suficiente para os futuros. Pouco mais de seis mil profissionais, incluindo 1.100 funcionários absorvidos e 1.500 contratados.Ninguém deseja uma crise na empresa. Desejamos, sim, justiça para esses companheiros que há anos prestam seus serviços com afinco. E desejamos, acima de tudo, que Furnas não seja levada para uma crise de difícil solução, por ver seus quadros reduzidos a um número que levaria a um colapso operacional de grandes proporções.A paralisação dos companheiros, nesta quarta-feira chuvosa, contou com o apoio de todos os demais empregados de Furnas e, certamente, de todos os cidadãos preocupados com o crescimento do país.