quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Jornal da Energia, 14/11/12

Distribuição: Cemig conclui em março investimento de R$ 4 bi em ampliação e melhorias
Recursos fazem parte do Plano de Desenvolvimento da Distribuidora - Ciclo 2008/2012
Da redação
A Cemig vai concluir até março do ano que vem o investimento da ordem de R$ 4 bilhões na ampliação e melhoria do sistema de distribuição de energia elétrica de Minas Gerais, incluindo obras de expansão, reforço, reforma e manutenção. Além disso, a empresa irá ligar mais de um milhão de novos clientes e modernizar o sistema de medição de energia para boa parte dos seus 7 milhões de consumidores.
Os recursos fazem parte do Plano de Desenvolvimento da Distribuidora (PDD) – Ciclo 2008/2012. Desde 2008, já foram investidos até o momento R$ 3,6 bilhões sendo que todas as ações previstas serão executadas para a conclusão do projeto até março do próximo ano. Esses investimentos irão beneficiar diretamente mais de 18 milhões de pessoas na área de concessão da empresa.
“Os investimentos em linhas, subestações, redes e parque de medidores, vão continuar garantindo a infraestrutura necessária para atender as demandas dos clientes em relação ao sistema elétrico da Cemig, mantendo o foco nos requisitos de qualidade exigidos pelos clientes e determinados pelo órgão regulador”, afirma o coordenador do PDD, Ronaldo Gomes de Abreu.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Jornal da Energia

Consórcio suspende obras de Belo Monte após episódios de vandalismo
Grupo formado por 30 pessoas encapuzadas teria incendiado e saqueado o Sítio Palmital
Da redação, com informações da Agência Brasil
Alegando questão de segurança, o Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM) anunciou nesta segunda-feira (12/11) a paralisação das obras de construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará. A empresa informou que houve vandalismo nos canteiros de trabalho no sábado (10/11) e no domingo (11/11), com o registro de sete pessoas com ferimentos leves.
De acordo com o CCBM, um grupo formado por cerca de 30 pessoas encapuzadas incendiou e saqueou no sábado o Sítio Pimental, uma das frentes de obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Ontem, uma nova ocorrência de vandalismo foi registrada no canteiro Canal e Diques e no Sítio Belo Monte, invadidos por cerca de 20 encapuzados.
O Vandalismo ocorre em meio à negociação entre representantes dos trabalhadores e empresa para renovação do acordo coletivo de trabalho, que tem data-base em novembro. Atualmente, há cerca de 15 mil trabalhadores contratados para atuarem nas frentes de obra, 12 mil diretamente pelo CCBM. A expectativa é que o ápice de contratações aconteça em 2013, quando o empreendimento terá 23 mil trabalhadores.
Na nota, o CCBM informou que, após as assembleias terem transcorrido normalmente nas frentes de obra localizadas nos canteiros Sítio Belo Monte e Canais e Diques, “cerca de 30 pessoas que não representam os trabalhadores” impediram a realização da assembleia que estava acontecendo em Sítio Pimental, outra frente de obra, localizada a 70 quilômetros de Altamira.
Ainda segundo a nota do CCBM, o grupo era formado por pessoas encapuzadas e armadas com pedaços de madeira. Eles teriam ameaçado os trabalhadores que iriam participar da assembleia e destruído instalações, computadores e diversos outros objetos, além de depredar a farmácia e a lanchonete instaladas no local e tentarem incendiar uma cozinha.
O CCBM informou que diversos produtos e dinheiro foram saqueados e que dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada do Estado do Pará (Sintrapav) foram expulsos do local pelos manifestantes.
Na invasão de domingo, as ações foram pontuais e de pequenos danos, segundo o CCBM. Mas ela teria gerado um clima de insegurança no local e, por este motivo, as obras foram interrompidas.
A reportagem está tentando obter da Polícia Civil em Altamira (PA) e do Sintrapav esclarecimento sobre as denúncias de vandalismo apresentadas pelo CCBM, mas não obteve retorno até a publicação da matéria.
No início de abril, houve incêndio e depredação de alojamentos de trabalhadores na Usina Hidrelétrica Jirau, no Rio Madeira (RO). Na ocasião, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, classificou os atos de “banditismo” e “vandalismo”.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O Globo

Belo Monte volta a ser alvo de vandalismos, afirma consórcio
Grupo formado por pessoas encapuzadas, armadas com pedaços de madeira, teria destruídos computadores, uma farmácia e saqueado lanchonete do Sítio Pimental
BRASÍLIA — De acordo com o Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), empresa contratada para executar as obras civis da Usina Hidrelétrica Belo Monte, o Sítio Pimental, uma de suas frentes de obras, foi alvo de vandalismo no sábado. De acordo com o consórcio, um grupo formado por pessoas encapuzadas, armadas com pedaços de madeira e ameaçando os trabalhadores que iriam participar da assembleia para apresentação da proposta feita pelo CCBM à pauta de reivindicações do sindicato dos trabalhadores sobre aumento salarial, sequestrou caminhões e caminhonetes, tentou impedir a saída do canteiro de funcionários do turno do dia, destruiu instalações e objetos de propriedade da empresa.
Computadores, mesas, cadeiras, arquivos, entre outros, teriam sido destruídos, além da tentativa de incendiarem uma cozinha. De acordo com o CCBM, também foram depredadas a farmácia e a lanchonete do local, saqueados seus produtos e furtado o dinheiro dos caixas.
A assessoria de imprensa do Consórcio Belo Monte ainda informou que os “atos de vandalismo no canteiro da usina não vão prejudicar a continuidade da obra porque não foram atingidos restaurantes e alojamentos”.
Os caminhões com os operários chegarão de Altamira normalmente nesta segunda-feira, assegurou a assessoria de imprensa. A empresa ainda não tem estimativas dos prejuízos, mas avalia que não foram significativos.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Agência Brasil

Ministra defende preferência para hidrelétricas na ampliação da matriz energética do país
Thais Leitão e Carolina Gonçalves - Repórteres da Agência Brasil
Brasília - A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, voltou a defender hoje (8) as usinas hidrelétricas como forma mais segura e barata de ampliação da matriz energética no país. Segundo ela, a outra opção possível, a obtenção de energia a partir de usinas nucleares, além de mais cara, é menos limpa ambientalmente.
“Nenhum país que tem potencial hidrelétrico renuncia [a esse potencial], porque é uma energia mais barata e segura. Outra opção é a nucelar, mas eu prefiro dez hidrelétricas a uma nucelar. Não estou nem falando do custo ambiental, mas é uma energia mais cara e os estudos estão aí [para comprovar]”, disse.
Como exemplo, a ministra garantiu que a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, não inviabiliza outros aproveitamentos dos recursos hídricos na região.
“Ao contrário, um estudo divulgado há pouco comprova que o Rio Madeira [em Rondônia, onde estão sendo construídas as usinas Santo Antônio e Jirau] tem a maior diversificação de peixes no Brasil, e o barramento não impede isso”, disse.
Izabella Teixeira participou hoje (8) de debate sobre os rumos da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, realizada em junho passado, no segundo dia de trabalhos da 15ª Conferência Internacional Anticorrupção, que ocorre em Brasília.
Ao fim do debate, ao responder a críticas de um participante sobre a política energética do país, ela lembrou que as contribuições da sociedade civil e de movimentos ambientais são consideradas pelo governo. “Ninguém é dono da verdade, só o povo, com sua democracia”, disse.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Energia

Jornal da Energia, 07/11/12
MP579: governo não recuará sobre valores de indenização para o setor elétrico
Mesmo com a insatisfação de algumas empresas, montante de R$20 bilhões em indenizações será mantido
Da redação, com informações da Agência Brasil
Mesmo com a insatisfação de algumas empresas do setor elétrico com as indenizações calculadas para renovar as concessões que vencem entre 2015 e 2017, os valores não devem ser revistos. Segundo fontes do governo, as indenizações foram calculadas de acordo com uma fórmula aceita internacionalmente, que leva em conta o valor que o empreendimento teria se fosse construído agora, descontada a depreciação.
Na última quinta-feira (1/11), o Ministério de Minas e Energia publicou portaria anunciando o total de R$ 20 bilhões em indenização para concessionárias de geração e transmissão de energia que terão as concessões renovadas no ano que vem.
As indenizações correspondem aos investimentos que já foram feitos pelas empresas vinculados a bens reversíveis, ainda não amortizados ou não depreciados. Elas estão previstas na Medida Provisória 579, que estabeleceu as regras para a renovação das concessões que vencem entre 2015 e 2017, com a redução das tarifas para os consumidores.
Os valores foram obtidos com base em estudos realizados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Segundo o governo, o preço médio da energia deverá passar de R$ 90 para R$ 25 por megawatt-hora.
As mudanças promovidas não devem afetar os investimentos no setor, segundo o governo. A avaliação é que o Brasil é um dos países que mais têm atraído investimentos externos no setor elétrico nos últimos anos, porque tem regras estáveis, leilões de usinas e linhas de transmissão com excelentes deságios e, além disso, deverá dobrar seu potencial energético nos próximos 15 anos.
A redução da energia deverá ficar em torno de 16,2% para os consumidores residenciais e 28% para as indústrias a partir do início do ano que vem, mesmo com a desistência de algumas usinas hidrelétricas de participar da renovação promovida pelo governo.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Energia

Jornal da Energia, 06/11/12
Associações do setor vão a Brasília para pressionar por mudanças na MP579
Comissão mista que analisa a Medida Provisória realiza reunião nesta terça-feira (06/11)
Por Fabíola Binas
Desapontadas com os R$ 20 bilhões que o Ministério das Minas e Energia (MME) se propôs a pagar como indenização para as concessionárias de geração e transmissão com contratos vincendos até 2017, além dos valores abaixo dos esperado para as tarifas que devem compor a remunerarão de operação e manutenção para quem aderir as condições previstas pela MP 579, as associações representativas do setor, mercarão presença no Senado nesta terça-feira (06/11), na tentativa de reverter a situação e convencer os parlamentares sobre a necessidade de mudanças na MP.
A comissão mista, formada por deputados e senadores, que terá como relator o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), encontrará com as entidades setoriais, que pretendem defender com afinco os pleitos de suas filiadas. “As empresas associadas com as quais nós conseguimos falar, passaram o final de semana analisando os números e a condição delas é de bastante preocupação com valores apresentados bem abaixo das expectativas”, disse o presidente do conselho de administração da Associação Brasileira das Concessionárias de Energia Elétrica (ABCE), Alexei Marcorin Vivan.
Ele contou que a ABCE deve fazer uma apresentação sobre pontos como as indenizações, os valores de tarifas propostos e reflexões sobre a Receita Anua Permitida (RAP), no caso das transmissoras, além da Receita Anual de Geração (RAG) – regra nova para remunerar as geradoras que a aceitarem os novos moldes de renovação. “Não é só operar e manter. É preciso que essa tarifa cubra investimentos para que se possa fazer melhorias e ampliações no sistema”, comentou Vivan, acrescentando que ainda existe outra questão a ser observada no caso das transmissoras: o fato do governo não ter considerado os ativos que foram construídos antes de 2000, sendo que muitas empresas fizeram investimentos relevantes antes desse ano.
Vivan lembrou ainda o caso de geradoras que tiveram um “susto” com o valor proposto pelo governo, como no caso da hidrelétrica de Ilha Solteira (3.444 MW), de concessão da Cesp, que deve receber pela unidade citada, mais a usina de Três Irmãos (807,5MW), aproximadamente R$ 1 bilhão, quando tinha a expectativa de ser indenizada em, pelo menos, R$ 8 bilhões. “Fora outras usinas”, falou. “O governo deveria considerar essas questões”, falou ao ressaltar que as empresas sempre seguiram um padrão de contabilidade transparente, com contas auditadas e, além de tudo, fiscalizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica.
Emendas
Já o presidente da Associação Brasileira das Empresas Geradoras de Energia Elétrica (Abrage), Flávio Antônio Neiva, falou que a associação sugeriu emendas que foram apresentadas por parlamentares e devem atenuar efeito negativo do detalhamento anunciado na última quinta (01/11). “Uma delas é a possibilidade de que a antecipação do fim da concessão para 2013 não impeça a execução dos contratos que foram feitos entre 2013 e 2015, pois foram feitas vendas no mercado livre dessa energia”, disse.
“Caso isso aconteça, a geradora teria que comprar no mercado o lastro para atender esses compromissos”, ressaltou ao dizer que a proposta é de que haja a permissão para que as empresaa geradoras possam cumprir os contratos de venda de energia no mercado livre, que foram feitos dentro do período de concessão e “dentro da legalidade”, como disse ao Jornal da Energia.
Outra proposta de alteração sugerida seria que fosse mantida para algumas usinas a possibilidade de renovação pelo modelo antigo, que daria direito a mais 20 anos de concessão. “Como as da Cemig”, mencionou Neiva ao listar as unidades de Jaguara (424 MW), Miranda (408 MW) e São Simão (1.710 MW). “São usinas que tinham essa perspectiva de prorrogação”, lamentou. A Cemig não solicitou renovação para esses ativos e promete brigar até o fim pelo direito de mantê-las.
O executivo da Abrage acredita na possibilidade reverter a situação no Senado. “Nós acreditamos. Se não pudéssemos aprimorar o que está colocado, não precisaríamos ir ao Congresso”, expôs ao opinar que todo esse imbróglio também impacta os objetivos de modicidade tarifária do Governo. Ele também promete discutir durante o encontro a questão, normalmente realizados, garantido a continuidade da prestação com excelência.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Energia

Jornal da Energia
São Paulo, 01 de Novembro de 2012 - 20:56
MP579:Governo Federal pagará R$ 20 bilhões a geradores e transmissores
Serão R$ 12,9 bilhões para as concessionárias de transmissão e R$7,1 bilhões para as de geração
Por Fabíola Binas, Maria Domingues e Wagner Freire
O Ministério de Minas e Energia (MME) pagará cerca de R$ 20 bilhões para as concessionárias de geração e transmissão com contratos vincendos até 2017, conforme estipula a Medida Provisória 579. Serão R$ 12,9 bilhões para as transmissoras e R$ 7,1 bilhões para as geradoras. Os números constam na Portaria Interministerial 580, publicada nesta quinta-feira (01/11), em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
O valor está dentro do saldo atual total da Reserva Global de Reversão (RGR), que segundo a Eletrobras é de R$ 14,5 bilhões em conta e mais R$ 6,98 bilhões a receber das concessionárias nos próximos anos.
Além dos valores de indenização, a Portaria Interministerial 580 também trouxe o cálculo das novas tarifas a serem pagas para as empresas que aderirem às condições de renovação. A Medida Provisória 579 dispõe sobre a renovação dos contratos de concessão com vencimento até 2017, a redução dos encargos para os consumidores e também sobre a modicidade tarifária.
Geração
A lista dos geradores conta com 15 ativos não amortizados e depreciados. Ou seja, não foram contempladas pelos cálculos do governo e não receberão indenização outras 67 hidrelétricas que tiveram seus pedidos de renovação dos contratos de concessão autorizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), na semana passada. A soma dos valores que será pago aos geradores é de R$7,1 bilhões.
A companhia com mais ativos a serem indenizados é a Chesf, com cinco hidrelétricas, seguidas por Furnas e Cesp, com dois. Eletronorte, Zona da Mata Geração, DME Distribuição, Celesc e Companhia Hidroelétrica São Patrício receberão indenização apenas por um empreendimento.
De acordo com os cálculos do Governo Federal, a Chesf receberá R$5,1 bilhões. Entraram na lista: Xingó (3.162MW) - com o maior valor de todas as hidrelétricas, de R$ 2,925 bilhões, Paulo Afonso IV (2.462MW), com R$ 360,472 milhões, Luiz Gonzaga (1.687MW), com R$ 1,687 bilhões, Apolonio Sales (400MW), com R$ 84,612 milhões, e Boa Esperança (237,5MW), com R$ 72,783 milhões.
Outra empresa da Eletrobras, Furnas, por sua vez, terá direito a R$ 730,9 milhões por Marimbondo (1.440MW) e Corumbá I (375MW),sendo R$64,37 milhões e R$666,5 milhões, respectivamente. A indenização da Eletronorte será de R$ 35,492 milhões por Coaracy Nunes (67,98MW).
A Cesp, por sua vez, receberá R$1 bilhão, montante muito abaixo dos pelo menos R$8 bilhões estimados pelo secretário de Energia de São Paulo, José Aníbal. Serão R$ 985,691 milhões por Três Irmãos (807,5MW) e R$ 21,886 milhões por Ilha Solteira (3.444MW).
Transmissores
Já a relação que aponta os valores de indenização para as concessões de transmissão lista nove empresas a serem indenizadas, o que indicou um montante a ser pago de cerca de R$ 12,9 bilhões, valor abaixo dos R$ 15,2 bilhões por ativos não amortizados, calculados pela Associação Brasileira das Grandes Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate), para contemplar suas oito filiadas que teriam direito a indenização, caso aceitem as condições apresentadas pelo Governo.
O montante maior ficou para a Cteep, que teria direito a receber aproximados R$ 2,89 bilhões, seguida pela Furnas Centrais Elétricas, com um valor indenizatório praticamente igual ao da Ceteep, na casa de R$ 2,87 bilhões. Já a Eletrosul ficou com uma fatia próxima a R$ 1,98 bilhão a receber. Entre as empresas com pagamentos calculados na casa de R$ 1 bilhão, estão a Eletronorte com cerca de R$ 1,68 bilhão e a Chesf, que terá R$ 1,58 bilhão.
Depois das cinco indenizações bilionárias, estão as quatro empresas de transmissão que vão receber milhões, lideradas pela Copel, com a cifra estimada em R$ 893 milhões, seguida pela CEEE, com aproximados R$ 661 milhões. Na lanterna das empresas transmissoras está a Cemig, com algo em torno de R$ 285 milhões e por último, a Celg, que pode receber R$ 98 milhões.