quarta-feira, 16 de março de 2011

EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

O Presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Energia do Rio de Janeiro – Sintergia, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, convoca todos os trabalhadores de Furnas Centrais Elétricas, a reunirem-se em Assembléia Geral Extraordinária, a realizar-se no dia 21 de março de 2011, às 12:00* horas, na porta de entrada da sede administrativa da empresa situada na Rua Real Grandeza, 219, Botafogo, para deliberarem sobre paralisação, na forma da Lei 7.783/89 e sobre os seguintes pontos:

1) Contratados
2) Decisão TCU – Absorvidos
3) CAEFE
4) Assuntos Gerais

* Horário da primeira e única convocação.

MAGNO DOS SANTOS FILHO
Presidente

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Energia

Canal Energia
Flávio Decat toma posse em Furnas nesta terça-feira, 15
Novo presidente da estatal substituirá Carlos Nadallutti Filho, que assumiu em 2008
Danilo Oliveira, da Agência CanalEnergia, Recursos Humanos
14/02/2011

O novo presidente de Furnas, Flávio Decat , toma posse às 11 horas desta terça-feira, 15 de fevereiro. O executivo, que já foi diretor da Cemig, Eletrobras e Eletronuclear, substituirá Carlos Nadallutti Filho, que assumiu em 2008. Até recentemente, Decat era vice-presidente de distribuição da Rede Energia. O anúncio do novo presidente da estatal foi feito no último dia 3 de fevereiro, após reunião do ministro de Minas e Energia Edison Lobão, com a presidenta Dilma Rousseff, que indicou o executivo para o cargo.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Jornal da Energia

Dilma escolhe Flávio Decat para a presidência de Furnas
Segundo o MME, executivo, hoje vice-presidente de distribuição do Grupo Rede, aceitou o convite
Da redação

O atual vice-presidente de distribuição do Grupo Rede, Flávio Decat, será o novo presidente da Eletrobras Furnas. O nome do executivo foi indicado pela presidente Dilma e confirmado nesta quinta-feira (3/2) pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que afirmou que o convite já foi aceito por Decat.
O executivo, que já foi diretor da Cemig, da Eletronuclear e da Eletrobras, assumirá no lugar do engenheiro Carlos Nadalutti. Outras diretorias da estatal passarão por mudanças. Segundo Lobão, Decat vai pedir aos diretores da empresa que coloquem seus cargos à disposição - os novos nomes serão escolhidos de comum acordo entre ele, Dilma e Lobão.
Na última semana, a gestão de Furnas foi alvo de críticas por meio de uma carta supostamente escrita por funcionários da estatal. O caso teve repercussão na imprensa. As acusações eram de influência política e negócios mal conduzidos pela companhia, que rebateu as ilações e destacou o perfil técnico de sua diretoria.
Perguntado se a indicação de Decat poderia provocar um racha na base aliada do governo, Lobão afirmou que o executivo irá conversar, pessoalmente, com o vice-presidente da República, Michel Temer, presidente licenciado do PMDB. O ministro disse ainda que conversará com todos os líderes para tentar sanar qualquer desentendimento. ?Não há o que se dizer contra ele?.
Lobão também não quis antecipar novas mudanças no setor elétrico, mas adiantou que o nome do atual presidente da Eletrobras, José Antonio Muniz Lopes, é um nome com capacidade para qualquer cargo.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Energia

O Estado de São Paulo, 02/02/11
Dilma vai trocar toda a diretoria de Furnas

Planalto decide radicalizar na tentativa de acabar com disputa por comando da estatal
RIO - A disputa pelo comando de Furnas Centrais Elétricas, que provocou uma guerra entre grupos do PT e do PMDB, fez a presidente Dilma Rousseff tomar uma decisão radical: trocar não apenas o presidente, mas também os cinco diretores, e rejeitar qualquer indicação política.
Diante desse quadro, os partidos estão em busca de técnicos do setor elétrico A tentativa é manter a influência no segundo escalão do governo, mas, ao mesmo tempo, seguir o discurso da solução técnica.
O PMDB sabe que não haverá lugar em Furnas para Hélio Costa, candidato derrotado ao governo de Minas Gerais, mas insiste em emplacar o novo presidente da estatal com perfil técnico que agrade ao Planalto. Os petistas não se opõem a esse arranjo, desde que o indicado não seja ligado ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com quem estão em conflito aberto.
Durante a posse dos novos parlamentares em Brasília, o nome do técnico Flávio Decat, ex-diretor de distribuição da Eletrobrás, circulou como favorito para a assumir Furnas. Fontes do PMDB e do Ministério das Minas e Energia, no entanto, afirmaram que a articulação tinha o aval do senador José Sarney e da presidente Dilma, mas que os peemedebistas do Rio de Janeiro haviam reagido negativamente, congelando a negociação.
Depois de tomar posse como deputado nesta terça-feira, 1, o tucano Antonio Imbassahy (BA) redigiu o requerimento para abertura de uma CPI para investigar operações suspeitas em Furnas e promete começar na quarta-feira, 2, a colher as assinaturas necessárias para a investigação parlamentar.
"A troca de acusações foi grave. Fui do setor elétrico, conheço a alta qualidade dos técnicos da empresa. Seria um serviço ao País que se pudesse explicar tudo de forma clara", disse o tucano, ex-presidente da Eletrobrás, em referência a um dossiê com diversas acusações relativas à gestão atual estatal.
O relatório de duas páginas e meia foi entregue ao deputado licenciado Jorge Bittar (PT-RJ), secretário municipal de Habitação do Rio, que encaminhou ao ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, presidente do PT-RJ. A lista de denúncias fala em sobrepreços e atrasos nas obras das usinas de Simplício e Batalha. Com potência de 333,7 MW (megawatts), a usina de Simplício tinha investimento inicial previsto de R$ 1,6 bilhão, mas chegou a R$ 2,2 bilhões. Já a de Batalha passou de R$ 381 milhões para R$ 740 milhões e tem potência de apenas 52,5 MW.
Outra operação considerada suspeita pelos empregados foi a aquisição de um lote de ações no valor de R$ 80 milhões, menos de um ano depois de a estatal ter rejeitado compra semelhante no valor de R$ 7 milhões.
Nadalutti mandou ontem carta ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, em que relata todos os passos da compra das ações. O presidente de Furnas disse, em nota, que a estatal "é permanentemente auditada e fiscalizada por órgãos internos e externos". Ele atribuiu o sobrepreço das usinas a "questões geológicas não verificadas nos estudos originais".
Em Furnas, o PMDB tem as diretorias Financeira, com Luiz Henrique Hamann, indicação do senador Romero Jucá (RR), e de Construção, ocupada por Márcio Porto. Têm apoio do PT os diretores de Operação, Cesar Zani, e de Gestão, Luiz Fernando Paroli, ligado ao deputado Odair Cunha (PT-MG), mas afinado com o grupo de Nadalutti.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Energia

Jornal da Energia, 01/02/11
Energia eólica cresce 10% menos na Europa em 2010
Associação pede mais financiamento para que a fonte não fique para trás frente a outras renováveis
Da redação

Os aerogeradores instalados na União Europeia em 2010 somam uma capacidade instalada de 9.300MW. O montante é 10% menor do que o crescimento da geração de energia a partir do vento no continente em 2009. Os números foram divulgados pela Associação Europeia de Energia Eólica (EWEA, na sigla em inglês), que contabiliza que a potência eólica acumulada no Velho Continente já chega aos 84GW.
Os números foram considerados insatisfatórios pela EWEA e levaram o presidente da entidade, Christian Kjaer, a afirmar que são necessários mais investimentos no setor.
"Estes números alertam que não podemos tomar como garantido o financiamento contínuo para a energia renovável", aponta o executivo. Para ele, os aportes na área precisam ser urgentes. "A União Europeia deve agir rápido para evitar que a Europa perca sua liderança em energia eólica e em outras energias renováveis?
De acordo com o presidente da EWEA, os avanços nos mercados eólicos de Romênia, Polônia e Bulgária compensaram o retrocesso na Espanha, Alemanha e Reino Unido. Ainda assim, Kjaer acredita que o desenvolvimento da fonte se deve fundamentalmente ao Reino Unido, à Dinamarca e à Belgica.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Energia

O Globo, 27/01/11
Furnas pagou R$ 73 milhões a mais por ações vendidas a empresários ligados a Eduardo Cunha

RIO - Após abrir mão do direito de preferência na compra de um lote de ações da empresa Oliveira Trust Servicer, Furnas Centrais Elétricas pagou pelos mesmos papéis, menos de oito meses depois, R$ 73 milhões acima do valor original. O negócio, ocorrido entre dezembro de 2007 e julho de 2008, favoreceu a Companhia Energética Serra da Carioca II, que pertence ao grupo Gallway. Um dos seus diretores, na época, era o ex-presidente da Cedae e ex-funcionário da Telerj Lutero de Castro Cardoso. Outro nome conhecido no grupo é o do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, que se apresenta em negócios como representante da Gallway.
Lutero e Funaro têm ligações com o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a quem é atribuída a indicação do então presidente de Furnas, o ex-prefeito Luiz Paulo Conde , no período da transação. Lutero, também nome indicado por Cunha para a Cedae, chegou a ter bens bloqueados pela Justiça por operações ilegais na companhia de águas em 2007. Já Funaro, ao ser investigado pela CPI dos Correios, teve de explicar os motivos que o levavam a pagar aluguel, condomínio e outras despesas do apartamento ocupado por Eduardo Cunha no flat Blue Tree Tower, em Brasília, em 2003.
Furnas mudou de ideia em 8 meses
O negócio com a Oliveira Trust, registrado em atas de reunião de diretoria obtidas pelo GLOBO, envolveu a alteração da sociedade montada para construir e explorar a usina hidrelétrica de Serra do Facão, em Goiás. A primeira ata, de 4 de dezembro de 2007, registra a renúncia, por Furnas, ao direito de aquisição da participação da Oliveira Trust, que estava previsto no acordo dos acionistas. Já a ata de 9 de janeiro de 2008 informa a compra do lote pela Companhia Energética Serra da Carioca II, do grupo Gallway (cuja origem é o paraíso fiscal das Ilhas Virgens britânicas), por um valor total aportado de R$ 6,96 milhões.
Quase sete meses depois, em outra reunião de diretoria no dia 29 de julho, a diretoria de Furnas aprova a compra deste mesmo lote - que correspondia a 29,89% do capital da Serra do Facão Participações S/A - por R$ 80 milhões, uma diferença de mais de R$ 73 milhões.
A pretexto de evitar o pagamento de custos adicionais decorrentes de correção de valores, a diretoria de Furnas aprova, três semanas depois da realização do negócio com a empresa Serra da Carioca, o "pagamento imediato" da segunda parcela à empresa de Funaro, estimada em R$ 26 milhões.
Estatal alega que sócio fez aporte
Furnas alegou, em nota à redação, que a diferença entre o valor original e o efetivamente pago pela estatal se deve ao fato de que, neste intervalo (2008), a empresa Serra da Carioca fez um aporte de R$ 75 milhões na sociedade, "o que justifica integralmente a diferença".
A estatal, contudo, não forneceu qualquer detalhe sobre o suposto aporte feito pela companhia ligada ao doleiro Lúcio Funaro: "O aporte foi feito pela Serra da Carioca à Serra do Facão Participações; portanto, esse registro deve ser solicitado a eles", respondeu Furnas.
Sobre as razões de ter dispensado, em dezembro do ano anterior, a opção de compra das ações, a nota informou que "naquela ocasião era necessário manter o caráter privado da Serra do Facão , o que só seria possível se um investidor privado fosse substituído por outro de mesma natureza".
Para explicar a repentina mudança, meses depois, Furnas alegou que "essa aquisição melhoraria o resultado do negócio para Furnas, considerando-se a alteração de variáveis macroeconômicas no período", como diz a nota.
Furnas negou ter encontrado problemas para obter o financiamento necessário junto ao BNDES - o banco teria resistido a aprová-lo ao constatar a presença da companhia ligada a Lutero e Funaro no negócio: "Foi um processo normal de negociação para concessão de financiamento desse porte", diz.
A estatal também negou conhecer o doleiro ou ter ciência da ligação de representantes ou sócios da Serra da Carioca com o deputado federal Eduardo Cunha.
O negócio envolvendo a hidrelétrica de Serra do Facão está citado em documento elaborado por engenheiros de Furnas, este mês, para denunciar o aparelhamento político da estatal pelo PMDB fluminense. O dossiê, de duas páginas e meia, foi encaminhado pelo deputado estadual licenciado e secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar (PT-RJ), ao ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência, Luiz Sérgio.
No trecho sobre o caso, os engenheiros sustentam que "um exemplo da atuação dessa rede de influência gerencial foi o prejuízo para Furnas no processo de engenharia financeira da usina de Serra do Facão". De acordo com os autores, os prejuízos acumulados só nessa operação chegariam a R$ 100 milhões.
"Ainda que não haja nenhuma prova material, contratações, renovação e não renovação de contratos, liberação de pagamentos, nomeação etc. são feitas, frequentemente e às claras, para atender ao interesse desse ou daquele grupo político. A desfaçatez é amplamente registrada nos corredores da empresa", diz o texto.
Lúcio Funaro é um nome conhecido na crônica política de Brasília. Uma das muitas transações polêmicas em que se envolveu também teve como cenário o setor elétrico. Outra empresa do grupo Gallway, a Centrais Elétricas de Belém (Cebel), captou dinheiro de três fundos de pensão para construir a central hidrelétrica de Apertadinho, em Rondônia. Porém, a barragem erguida pelos construtores se rompeu, inundou a cidade mais próxima e jogou pelo ralo investimentos de mais de R$ 100 milhões.
Dos três fundos de pensão prejudicados, um chama atenção: a Prece, caixa de previdência dos funcionários da Cedae, que aprovou a sua participação no período em que Lutero de Castro Cardoso estava à frente da companhia.
Em reação ao documento, Eduardo Cunha acusou o PT de estar por trás das denúncias. Ele nega qualquer tipo de ingerência política em Furnas, embora admita que o PMDB indicou diretores da estatal, juntamente com o PT e o PR.
Gallway não está na sede declarada
A Gallway registra um capital, segundo a Junta Comercial de São Paulo (Jucesp), de R$ 71,8 milhões, divididos em duas companhias, a Gallway Projetos e Energia do Brasil Ltda, aberta em abril de 2007, e a Gallway Projetos e Energia do Brasil S/A, de 2008. O GLOBO tentou localizar as empresas nas sedes apresentadas pelos documentos oficiais da Jucesp e da Receita Federal.
Em um dos endereços, na Avenida 9 de Julho, a empresa que ocupa o lugar é a Cingular Fomento Mercantil, do doleiro Lucio Funaro, envolvido em pelo menos dois escândalos nacionais, a CPMI dos Correios e a Operação Satiagraha A própria Serra da Carioca II tem como sede o mesmo endereço, mas os funcionários do prédio não a conhecem. No outro endereço atribuído a Gallway, e que consta como sede em seu site, funciona uma empresa sem vínculo com o grupo. Funcionários do prédio informaram ao jornal que a Gallway deixou o endereço há cerca de um ano.
Na portaria, que ficou de recolher as correspondências para entregar aos antigos locatários, constam os nomes de Funaro, Gallway, Enerbrax e Centrais Elétricas de Belém, as duas últimas concessionárias de energia do grupo Gallway. Os funcionários do edifício, um prédio de escritórios em Pinheiros, informaram que a empresa sequer mandou retirar as correspondências guardadas.
Procurado, Lutero Cardoso não atendeu o pedido de uma entrevista feito pelo repórter. Funaro não foi encontrado.
Eduardo Cunha usa Twitter para atacar imprensa
Desde a publicação pelo GLOBO, na segunda-feira passada, de reportagem sobre o descontentamento de funcionários de Furnas com a interferência política do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na estatal, o peemedebista tem usado sua página no Twitter para atacar a imprensa e colegas deputados, especialmente do PT. Na segunda-feira, Cunha reagiu à reportagem com a tentativa de vincular o repórter Chico Otavio e O GLOBO a supostos interesses políticos do PT. Usando de ironia, ameaçou o jornalista com processo. Após se pronunciar sobre o caso, o deputado Jorge Bittar (PT) também virou alvo dos ataques de Cunha na internet. O peemedebista ainda tem reservado espaço em seus comentários para a briga entre PMDB e PT por cargos no governo Dilma.
Leia algumas das frases de Eduardo Cunha postadas no Twitter, da forma como ele escreveu:
Dia 24:
"Por que sera que só se preocupam com os do PMDB?? Com a palavra o senhor Chico Otávio"
"O escândalo e o Chico Otávio que além de não colocar a minha versão correta, não nomina quem assina o tal docto (documento) e nem ouve Furnas"
"Esse Fabio Rezende (ex-diretor de Furnas) declarou publicamente que apoiava a eleição do Bittar. O que vcs acham que está por trás disso??"
"Na verdade o docto foi feito pelo Fabio Rezende que nem coragem para assinar teve. Ele não tem aquilo roxo e sim rosado"
"E o Bittar fez o papelão de dar curso a isso sem assumir a autoria. Trata-se de aleivosias que escondem o interesse político"
Dia 25
"O Chico Otávio e O Globo seguem com a campanha de sempre em forma de novela mexicana. Amanhã certamente tera mais."
"E o Bittar ainda fala na matéria do Globo atacando a gestão. É como eu falo: o apetite de setores do PT por mais cargos é ABSURDO"
"Por que não saem denuncias envolvendo os cargos do PT??????????????"
"Essa coisa toda já tá enchendo a paciência. É melhor eles assumirem logo que querem o governo todo só para eles e talvez seja pouco."
"Já repararam só vai para os jornais o pouco que o PMDB tem e querem tirar, Funasa, Sec M Saúde já tirada, Dnocs, Eletrobras , Furnas etc."
Dia 26
"O Chico Otávio parou hj, o que que houve? Que que deu nele?"
"Muita gente fala que eu brigo muito, mas só sou autêntico. Tem gente que prefere a hipocrisia de fingir que é amigo e bate por trás"
"Eu ao menos falo o que penso e reajo as agressões e nao engulo sapos. Cada qual tem o seu temperamento e esse é o meu. Sou leal com os amigos."
"E serei sempre implácavel com os adversários, inimigos e falsos amigos, doa a quem doer."
"E está muito claro que no RJ e o Bittar e em MG e Fernando Pimentel.São os setores de influência deles que querem tirar do PMDB Furnas"
"A sede de Furnas é no RJ e o Rio não pode perder tanto assim. Já perdeu muito"

Jornal da Energia

Hidrelétrica de Estreito conclui obra de tomada d´água
Consórcio avança na montagem das turbinas da usina, que deve iniciar geração ainda neste trimestre
Da redação

A Consórcio Estreito Energia (Ceste) anunciou nesta quarta-feira (26/1) a conclusão das obras da tomada d´água da hidrelétrica de Estreito (1.087MW) - estrutura responsável por captar a água e, consequentemente, fazer girar as turbinas da planta. Formada por paredes de concreto, a estrutura acomoda as comportas de manutenção das oito unidades geradoras de energia do empreendimento.
Localizada na margem direita do canteiro da usina, que está sendo construída no rio Tocantins, no Maranhão, a tomada d´água possui 24 vãos - três para cada unidade geradora. A estrutura tem 358,5 metros de comprimento e 40 de altura.
?A função principal dessa enorme estrutura é manter o abastecimento de água para operação da turbina e a sua geração de energia?, explica o gerente geral do canteiro de obras do Ceste, Adalberto Rodrigues. Ele acrescenta que antes da tomada d?água ser ocupada pelas águas, foram feitos os testes de vedação das comportas stop logs. Só depois de concluídos, a ensecadeira (estrutura provisória de terra utilizada para conter a água) que protegia a construção foi retirada.
Outra estrutura que tem suas obras em ritmo avançado é a casa de força, onde ficarão localizadas as unidades geradoras. Na usina de Estreito, serão instaladas oito turbinas do tipo Kaplan, cada uma com 135,8MW.
Depois de passar pelo teste denominado run-out (teste de giro a seco da turbina), a unidade geradora 01 começou a ser fechada. Adalberto Rodrigues esclarece que o procedimento é necessário para que seja possível ver se está tudo certo com a montagem mecânica, alinhamento e a verticalidade da máquina. ?Os resultados foram os esperados?, completa o gerente.
O Consórcio Estreito Energia é formado por Tractebel Energia (40,07%), Vale (30%), Alcoa (25,49%) e Camargo Corrêa (4,44%). A previsão do grupo é de que a geração de energia tenha início ainda neste trimestre.