Jornal da Energia
Furnas decide prorrogar contratos de todos ativos com vencimento até 2017
Empresa comunicou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta quinta-feira (11)
Da redação
Furnas anunciou nesta quinta-feira (11/10) ter comunicado à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) seu interesse em prorrogar a concessão de todos os ativos com vencimento até 2017, pelo prazo de até 30 anos, em atendimento à Medida Provisória 579.
“Análise preliminar dos números mostra que a empresa já está ajustada ao novo cenário do setor elétrico brasileiro, com seus custos equilibrados, e preparada para as receitas previstas com os parâmetros estabelecidos pelo governo. Isso permite que Furnas continue cumprindo o objetivo da empresa, o de operar e manter as suas usinas, linhas e subestações”, destaca o presidente de Furnas, Flavio Decat.
O conjunto de empreendimentos de geração cuja prorrogação foi solicitada inclui as usinas de Furnas (MG), Luiz Carlos Barreto de Carvalho (SP/MG), Marimbondo (MG), Funil (RJ), Corumbá (GO) e Porto Colômbia (MG/SP), que, juntas, somam 4.617 MW de capacidade instalada. Já o sistema de transmissão compreende 46 subestações e 151 linhas que totalizam 18.500 km de extensão, por onde passa 40% de toda a energia consumida no País.
Junto com a manifestação favorável à prorrogação, foram entregues os documentos comprobatórios de regularidade fiscal, trabalhista e setorial e de qualificação jurídica, econômico-financeira e técnica relativos ao serviço prestado, além dos projetos básicos de cada um dos empreendimentos de geração.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Energia
Jornal da Energia, 11/10/12
Governo se debruça sobre MP 579
Comissão mista, com deputados e senadores, deve ser formada no dia 16 de outubro para análise da Medida Provisória
Por Fabíola Binas, com informações da Agência Brasil
O Governo tem trabalhado a todo vapor para garantir que MP579, que trata da renovação das concessões do setor elétrico e da redução e encargos cobrados dos consumidores de energia, trate de seguir entre os temas prioritários na sua agenda de interesses. Na manhã desta quarta-feira (10/10), aconteceu no Ministério de Minas e Energia (MME), a primeira reunião para discussão das 431 emendas com propostas de alterações ao conteúdo da medida.
Bastou passar o primeiro turno das eleições para que as principais figuras do governo se debruçarem sobre as emendas, rumo ao objetivo de garantir a aprovação da medida sem desfigurar dos princípios centrais propostos. Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, entre as propostas há “emendas que extrapolam” o teor da MP, sendo que será feita um análise do que é possível ser aceito.
Do encontro ocorrido nesta manhã, participaram ainda o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hübner, a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Ideli Salvatti, o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Luis Adams e o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Antônio Henrique.
Comissão
O Jornal da Energia havia adiantado há duas semanas, a intenção dos parlamentares de instalar a comissão especial mista que avaliará a MP579, no dia 16 de outubro. O líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto (SP), que foi indicado para presidir o grupo de trabalho, disse a data fazia todo sentido, pois haveria a eleição e, logo em seguida, uma semana para fazer os acertos necessários para instalar a comissão.
Em contato com o gabinete de Tatto nesta tarde, a reportagem confirmou com a assessoria que os parlamentares estão se movimentando para abrir os trabalhos na próxima terça. O senador Renan Calheiros continua o indicado para ser o relator da MP, de acordo com seu escritório em Brasília. A instalação da comissão promete um debate acirrado por conta das mais de 400 modificações apresentadas e a intenção do governo em não ceder facilmente.
Para se ter uma ideia, só o deputado Arnaldo Jardim (PPS/SP) apresentou sozinho, mais de 90 emendas ao texto da MP. Ele afirmou na época que todos os interessados estão se preparando para entrar no debate. Já a liderança do governo na Câmara, representada pelo deputado Arlindo Chinaglia (PT/SP) respondeu ao JE que serão mobilizados os partidos da base “para garantir a aprovação da medida sem desfigurar os princípios centrais que garantem a redução tarifária para os consumidores de energia”.
Governo se debruça sobre MP 579
Comissão mista, com deputados e senadores, deve ser formada no dia 16 de outubro para análise da Medida Provisória
Por Fabíola Binas, com informações da Agência Brasil
O Governo tem trabalhado a todo vapor para garantir que MP579, que trata da renovação das concessões do setor elétrico e da redução e encargos cobrados dos consumidores de energia, trate de seguir entre os temas prioritários na sua agenda de interesses. Na manhã desta quarta-feira (10/10), aconteceu no Ministério de Minas e Energia (MME), a primeira reunião para discussão das 431 emendas com propostas de alterações ao conteúdo da medida.
Bastou passar o primeiro turno das eleições para que as principais figuras do governo se debruçarem sobre as emendas, rumo ao objetivo de garantir a aprovação da medida sem desfigurar dos princípios centrais propostos. Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, entre as propostas há “emendas que extrapolam” o teor da MP, sendo que será feita um análise do que é possível ser aceito.
Do encontro ocorrido nesta manhã, participaram ainda o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hübner, a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Ideli Salvatti, o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Luis Adams e o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Antônio Henrique.
Comissão
O Jornal da Energia havia adiantado há duas semanas, a intenção dos parlamentares de instalar a comissão especial mista que avaliará a MP579, no dia 16 de outubro. O líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto (SP), que foi indicado para presidir o grupo de trabalho, disse a data fazia todo sentido, pois haveria a eleição e, logo em seguida, uma semana para fazer os acertos necessários para instalar a comissão.
Em contato com o gabinete de Tatto nesta tarde, a reportagem confirmou com a assessoria que os parlamentares estão se movimentando para abrir os trabalhos na próxima terça. O senador Renan Calheiros continua o indicado para ser o relator da MP, de acordo com seu escritório em Brasília. A instalação da comissão promete um debate acirrado por conta das mais de 400 modificações apresentadas e a intenção do governo em não ceder facilmente.
Para se ter uma ideia, só o deputado Arnaldo Jardim (PPS/SP) apresentou sozinho, mais de 90 emendas ao texto da MP. Ele afirmou na época que todos os interessados estão se preparando para entrar no debate. Já a liderança do governo na Câmara, representada pelo deputado Arlindo Chinaglia (PT/SP) respondeu ao JE que serão mobilizados os partidos da base “para garantir a aprovação da medida sem desfigurar os princípios centrais que garantem a redução tarifária para os consumidores de energia”.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Energia
Jornal da Energia, 10/10/12
Para especialista da Unesp, problema em Furnas foi pontual
Canesin ressalta, porém, que o país precisa aumentar capacidade de geração e transmissão urgentemente
Por Fabíola Binas
Ao analisar a pane ocorrida em uma subestação de Furnas, na última quarta-feira (3/10), que provocou interrupção do fornecimento de energia em parte das regiões Sul, Sudeste, Centro Oeste e Norte do país, um especialista da Universidade Estadual Paulista (Unesp), analisou que a ocorrência não está relacionada à problemas com a demanda.
“O fato não tem nada a ver com a demanda, visto que ela, no contexto nacional, estava dentro da capacidade”, comentou Carlos Alberto Canesin, especialista em engenharia elétrica da Unesp de Ilha Solteira, ao acrescentar que, apesar de não ter feito uma investigação mais profunda a respeito, os indícios apontam para um problema local da rede de distribuição.
Em declarações dadas ao Podcast da Unesp, ele lembrou que mesmo que a ocorrência não tenha tido relação com a questão da demanda, o país, passa por uma necessidade urgente do aumento da capacidade. “As questões que envolvem isso demandarão no futuro próximo ampliação significativada nossa capacidade de geração e transmissão.”, disse.
Canesin crê na necessidade de que sejam exploradas as fontes disponíveis, como os grandes complexos hidrelétricos. “Existem projetos que estão há décadas em discussão e planejamento, com uma lenta execução das obras”, afirmou ao listar que entre os entraves, está a legislação imposta pelo país e as questões sociais de impacto ambiental. “O país tem que ter a determinação de que esta fonte tem que ser explorada e colocada ao bem do serviço público”, finalizou.
Para especialista da Unesp, problema em Furnas foi pontual
Canesin ressalta, porém, que o país precisa aumentar capacidade de geração e transmissão urgentemente
Por Fabíola Binas
Ao analisar a pane ocorrida em uma subestação de Furnas, na última quarta-feira (3/10), que provocou interrupção do fornecimento de energia em parte das regiões Sul, Sudeste, Centro Oeste e Norte do país, um especialista da Universidade Estadual Paulista (Unesp), analisou que a ocorrência não está relacionada à problemas com a demanda.
“O fato não tem nada a ver com a demanda, visto que ela, no contexto nacional, estava dentro da capacidade”, comentou Carlos Alberto Canesin, especialista em engenharia elétrica da Unesp de Ilha Solteira, ao acrescentar que, apesar de não ter feito uma investigação mais profunda a respeito, os indícios apontam para um problema local da rede de distribuição.
Em declarações dadas ao Podcast da Unesp, ele lembrou que mesmo que a ocorrência não tenha tido relação com a questão da demanda, o país, passa por uma necessidade urgente do aumento da capacidade. “As questões que envolvem isso demandarão no futuro próximo ampliação significativada nossa capacidade de geração e transmissão.”, disse.
Canesin crê na necessidade de que sejam exploradas as fontes disponíveis, como os grandes complexos hidrelétricos. “Existem projetos que estão há décadas em discussão e planejamento, com uma lenta execução das obras”, afirmou ao listar que entre os entraves, está a legislação imposta pelo país e as questões sociais de impacto ambiental. “O país tem que ter a determinação de que esta fonte tem que ser explorada e colocada ao bem do serviço público”, finalizou.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Energia
Jornal da Energia, 09/10/12
Governo quer "pente fino” em transmissão
Ideia é prevenir panes como a que ocorreu na semana passada, em subestação de Furnas
Da redação, com informações da Agência Brasil
O secretário executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Márcio Zimmermann declarou nesta segunda-feira (8/10) que que o governo quer promover um “pente fino” no sistema de transmissão de energia, ainda este ano, com técnicos das próprias empresas. O objetivo é prevenir panes no sistema elétrico, como as que deixaram várias regiões do país no escuro, na última semana.
De acordo com Zimmermann, a ideia é criar uma estratégia de vistoria com intercâmbio de técnicos do setor para revisar procedimentos, com apoio de especialistas de universidades. “Na área nuclear, periodicamente, uma equipe de tal país vem ao Brasil avaliar o funcionamento dos protocolos. A equipe do Brasil vai para outro país, de forma que alguém olhando de fora, faz uma rechecagem dos procedimentos. Queremos fazer isso entre as empresas de transmissão”, explicou.
O ministério estuda a criação de uma resolução para disciplinar a estratégia, que será apresentada à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A meta é iniciar a revisão nas empresas públicas e também nas concessionárias de transmissão de energia em 2012. “Começaremos o pente fino nas subestações mais importantes”, avisou o secretário.
Governo quer "pente fino” em transmissão
Ideia é prevenir panes como a que ocorreu na semana passada, em subestação de Furnas
Da redação, com informações da Agência Brasil
O secretário executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Márcio Zimmermann declarou nesta segunda-feira (8/10) que que o governo quer promover um “pente fino” no sistema de transmissão de energia, ainda este ano, com técnicos das próprias empresas. O objetivo é prevenir panes no sistema elétrico, como as que deixaram várias regiões do país no escuro, na última semana.
De acordo com Zimmermann, a ideia é criar uma estratégia de vistoria com intercâmbio de técnicos do setor para revisar procedimentos, com apoio de especialistas de universidades. “Na área nuclear, periodicamente, uma equipe de tal país vem ao Brasil avaliar o funcionamento dos protocolos. A equipe do Brasil vai para outro país, de forma que alguém olhando de fora, faz uma rechecagem dos procedimentos. Queremos fazer isso entre as empresas de transmissão”, explicou.
O ministério estuda a criação de uma resolução para disciplinar a estratégia, que será apresentada à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A meta é iniciar a revisão nas empresas públicas e também nas concessionárias de transmissão de energia em 2012. “Começaremos o pente fino nas subestações mais importantes”, avisou o secretário.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Energia
Jornal da Energia, 07/10/12
Soma de medidas gera redução média de 26% nas tarifas de energia
Levantamento da Abradee considera reflexos da Medida Provisória 579 e terceiro ciclo de revisão tarifária
Por Natália Bezutti
O segmento de distribuição de energia, considerado até o momento como o menos atingido pela Medida Provisória 579, sentirá uma redução de 26% nas tarifas de energia, quando somados os impactos da MP com o terceiro ciclo de revisão tarifária. A projeção consta em estudo da Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee), apresentado nesta sexta-feira (5/10), e mostra um aperto maior para as concessionárias.
Para chegar ao valor, a Abradee considerou a redução média de 20% nas tarifas finais de energia - com o decréscimo de custos referentes aos encargos setoriais, geração e transmissão -, e a tendência média de redução de 6% da componente tarifária de distribuição, dada pelo terceiro ciclo de revisão tarifária – e ponderada pelas 26 empresas que já passaram pelo processo.
O levantamento já foi enviado para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e será apresentado pela associação ao secretário do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, na próxima quarta-feira, (10/10), sem a pretensão de sugerir ou pedir alterações na MP579 para o segmento, segundo o presidente da Abradee, Nelson Fonseca Leite.
“Nós estamos mostrando que as distribuidoras já estão fazendo um ajuste grande, que é de 26% na média. Não estamos pedindo nenhuma mudança, estamos dizendo que as distribuidoras tiveram um impacto aparentemente pequeno na MP579, mas já estão dando sua cota de contribuição através do terceiro ciclo de revisão tarifário”, declarou Leite.
Por nível de tensão, a Abradee apontou que os consumidores de alta tensão terão redução média de 27%. Para a média tensão, a expectativa é de que a redução seja de 26%, e de 25% para a baixa tensão.
Renovação
Sobre a demonstração de interesse das distribuidoras para a renovação das concessões que vencem em 2015, Leite ressaltou que como o requerimento deve ser entregue com 36 meses de antecedência (dezembro de 2012), a recomendação é para que as empresas coloquem uma ressalva no documento. “Dizendo que nós estamos apresentando esse requerimento pelas regras atuais. Caso elas mudem, nós nos sentimos no direito de rever nosso requerimento”.
Soma de medidas gera redução média de 26% nas tarifas de energia
Levantamento da Abradee considera reflexos da Medida Provisória 579 e terceiro ciclo de revisão tarifária
Por Natália Bezutti
O segmento de distribuição de energia, considerado até o momento como o menos atingido pela Medida Provisória 579, sentirá uma redução de 26% nas tarifas de energia, quando somados os impactos da MP com o terceiro ciclo de revisão tarifária. A projeção consta em estudo da Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee), apresentado nesta sexta-feira (5/10), e mostra um aperto maior para as concessionárias.
Para chegar ao valor, a Abradee considerou a redução média de 20% nas tarifas finais de energia - com o decréscimo de custos referentes aos encargos setoriais, geração e transmissão -, e a tendência média de redução de 6% da componente tarifária de distribuição, dada pelo terceiro ciclo de revisão tarifária – e ponderada pelas 26 empresas que já passaram pelo processo.
O levantamento já foi enviado para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e será apresentado pela associação ao secretário do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, na próxima quarta-feira, (10/10), sem a pretensão de sugerir ou pedir alterações na MP579 para o segmento, segundo o presidente da Abradee, Nelson Fonseca Leite.
“Nós estamos mostrando que as distribuidoras já estão fazendo um ajuste grande, que é de 26% na média. Não estamos pedindo nenhuma mudança, estamos dizendo que as distribuidoras tiveram um impacto aparentemente pequeno na MP579, mas já estão dando sua cota de contribuição através do terceiro ciclo de revisão tarifário”, declarou Leite.
Por nível de tensão, a Abradee apontou que os consumidores de alta tensão terão redução média de 27%. Para a média tensão, a expectativa é de que a redução seja de 26%, e de 25% para a baixa tensão.
Renovação
Sobre a demonstração de interesse das distribuidoras para a renovação das concessões que vencem em 2015, Leite ressaltou que como o requerimento deve ser entregue com 36 meses de antecedência (dezembro de 2012), a recomendação é para que as empresas coloquem uma ressalva no documento. “Dizendo que nós estamos apresentando esse requerimento pelas regras atuais. Caso elas mudem, nós nos sentimos no direito de rever nosso requerimento”.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Energia
Jornal da Energia
MP579: Aneel define documentos para renovar concessões na terça,(2)
Na segunda-feira (1/10), agência sorteia relator para processo que discute os critérios para ajustar a receitaanual dos ativos de geração alcançados pela MP
Por Wagner Freire
Em cumprimento à Medida Provisória 579, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definirá durante a reunião de diretoria da próxima terça-feira (2/10) os documentos que deverão ser entregues pelas empresas do setor elétrico que desejarem renovar suas concessões. O relator será o diretor Romeu Donizete Rufino.
Segundo a Aneel, as concessões alcançadas pela MP somam 123 contratos de geração, nove de transmissão e 44 de distribuição. O desejo de permanecer com a concessão deverá ser apresentado até 15 de outubro.
A Aneel também sorteia nesta segunda-feira (1/10) um relator para o processo que discute os critérios para ajustar a receita anual dos ativos de geração alcançados pela MP.
MP579: Aneel define documentos para renovar concessões na terça,(2)
Na segunda-feira (1/10), agência sorteia relator para processo que discute os critérios para ajustar a receitaanual dos ativos de geração alcançados pela MP
Por Wagner Freire
Em cumprimento à Medida Provisória 579, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definirá durante a reunião de diretoria da próxima terça-feira (2/10) os documentos que deverão ser entregues pelas empresas do setor elétrico que desejarem renovar suas concessões. O relator será o diretor Romeu Donizete Rufino.
Segundo a Aneel, as concessões alcançadas pela MP somam 123 contratos de geração, nove de transmissão e 44 de distribuição. O desejo de permanecer com a concessão deverá ser apresentado até 15 de outubro.
A Aneel também sorteia nesta segunda-feira (1/10) um relator para o processo que discute os critérios para ajustar a receita anual dos ativos de geração alcançados pela MP.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Canal Energia
Furnas vai disputar linha de transmissão de Belo Monte, segundo Decat
Estatal está estudando, com grupo francês, desenvolvimento de 360 MW solares no país
Carolina Medeiros, da Agência CanalEnergia, Planejamento e Expansão
Furnas vai participar do leilao da linha de transmissão de Belo Monte, de acordo com o presidente da companhia, Flávio Decat. Segundo ele, a empresa deverá ter um parceiro, que poderá ser uma companhia chinesa.
"Estamos estudando o empreendimento e vamos participar. A parceria com os chineses é uma possibilidade", comentou o executivo que participou do seminário Opções Energéticas Eficientes, Disponíveis e Aceitáveis realizado nesta sexta-feira, 28 de setembro, no Rio de Janeiro. Segundo ele, não "temos que ter medo dos chineses. Temos que nos associar com eles, porque eles tem capital, para que eles cresçam junto conosco e do nosso jeito", disse. O leilão da linha de transmissão de Belo Monte ainda não tem data para ocorrer.
Solar - O presidente de Furnas disse ainda que a empresa está estudando 360 MW de projetos de energia solar no país. Segundo ele, a empresa tem um acordo com um grupo francês para o desenvolvimento de tecnologia dessa fonte no Brasil. "Isso está muito embrionário ainda, mas estamos estudando. A Aneel deverá fazer um leilão solar, com um preço maior exatamente para estimular essa fonte e queremos estar preparados para fazer parte desse mercado", comentou.
Estatal está estudando, com grupo francês, desenvolvimento de 360 MW solares no país
Carolina Medeiros, da Agência CanalEnergia, Planejamento e Expansão
Furnas vai participar do leilao da linha de transmissão de Belo Monte, de acordo com o presidente da companhia, Flávio Decat. Segundo ele, a empresa deverá ter um parceiro, que poderá ser uma companhia chinesa.
"Estamos estudando o empreendimento e vamos participar. A parceria com os chineses é uma possibilidade", comentou o executivo que participou do seminário Opções Energéticas Eficientes, Disponíveis e Aceitáveis realizado nesta sexta-feira, 28 de setembro, no Rio de Janeiro. Segundo ele, não "temos que ter medo dos chineses. Temos que nos associar com eles, porque eles tem capital, para que eles cresçam junto conosco e do nosso jeito", disse. O leilão da linha de transmissão de Belo Monte ainda não tem data para ocorrer.
Solar - O presidente de Furnas disse ainda que a empresa está estudando 360 MW de projetos de energia solar no país. Segundo ele, a empresa tem um acordo com um grupo francês para o desenvolvimento de tecnologia dessa fonte no Brasil. "Isso está muito embrionário ainda, mas estamos estudando. A Aneel deverá fazer um leilão solar, com um preço maior exatamente para estimular essa fonte e queremos estar preparados para fazer parte desse mercado", comentou.
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